terça-feira, 9 de fevereiro de 2010

Arquivo de Fichas - d20

Haley Starshine - Ordem do Graveto

Rogue 13
Medium Humanoid (Human)
Hit Dice: 13d6+13 (61 hp)
Initiative: +9 (+5 Dex, +4 Improved Initiative)
Speed: 30 ft. (6 squares)
Armor Class: 15 (+5 Dex), touch 15, flat-footed 10
Base Att/Grapple: +9/+10
Attack: +2 shortbow +16 ranged (1d6+2/x3)
Full Attack: +2 shortbow +16/+11 ranged (1d6+2/x3)
Space/Reach: 5 ft./5 ft.
Special Abilities: Sneak attack +7d6
Special Qualities: Defensive roll, improved evasion, improved uncanny dodge, trapfinding, trap sense +4
Saves: Fort +5, Ref +15, Will +3
Abilities: Str 12, Dex 20, Con 13, Int 14, Wis 9, Cha 15
Skills: Appraise +17, Balance +13, Bluff +18, Diplomacy +9, Disable Device +15, Disguise +2 (+4 acting in character), Escape Artist +10 (+12 to escape from ropes), Forgery +10, Hide +20, Intimidate +4, Jump +13, Listen +4, Move Silently +16, Open Lock +20, Search +10, Sense Motive +7, Sleight of Hand +20, Spot +4, Tumble +19, Use Rope +11 (+13 to bind someone).
Feats: Dodge, Improved Initiative, Lightning Reflexes, Manyshot, Point Blank Shot, Rapid Shot
Environment: Material Plane
Organization: Solitary (unique); or party (Order of the Stick)
Challenge Rating: 11
Treasure: +2 shortbow, bag of dragon's hoard, bag of holding x8, cold iron arrows x20, improvised theives' tools, round gems x2, silver arrows x20, quiver
Alignment: Chaotic Good

Material de Apoio - Lâminas 33

MATERIAL DE APOIO – LÂMINAS
- ESPADAS -


ESPADAS RENASCENTISTAS – AS RAPIERS V

A CAPA: muito mais do que simplesmente embelezar


Embora muito se use o termo “cloack” (que significa, numa tradução literal, manto) o mais comum era o uso de capas propriamente ditas (cujo o termo correto é “cape”). A diferença básica entre capa e manto está relacionado principalmente ao seu tamanho. As capas eram mais curtas e presas ao pescoço por uma espécie de colar (além de serem muito mais comuns naquela época). Para ser usada ela deveria ser desatada do pescoço no momento da luta. Mesmo assim, sua utilização era muito mais eficiente, mesmo perdendo para coloca-la em uso. Já os mantos eram bem maiores. A vantagem era que ele poderia ser utilizado juntamente com uma rapier sem a necessidade de retira-lo do corpo. Mas, mesmo assim, ele era menos eficiente do que as capas.


DiGrassi era um grande entusiasta do uso da capa com o rapier, muito embora usar a capa poderia ser sinônimo de vitória ou de derrota, segundo ele. Segundo o mestre três coisas deveriam ser ponderadas para o uso da capa juntamente com a rapier: comprimento, largura e flexibilidade. Embora o manto não possua resistência em si, ele presta-se muito bem à defesa abrangendo esses três critérios.

Sendo longo e largo o suficiente para ela poder proteger o espadachim contra cortes laterais abrangendo uma grande área de defesa, sem que o tamanho atrapalhe no desempenho dele. Sendo flexível, ele poderá absorver a força dos golpes adversários.

A defesa eficiente com a capa é fora do corpo e deve ser colocado para baixo da mão. Ela pode ser utilizada dobrada sobre o braço para servir como uma espécie de escudo. Se solta o espadachim a utilizará bloqueando os ataques àquele flanco tentando atingi-la ou mesmo prendendo-a. Enquanto a capa estiver em sua mão, o espadachim deve move-la na tentativa de obscurecer a visão do adversário na tentativa de ludibria-lo.

Ela também pode ser usada de forma ofensiva. O espadachim pode usá-la para bater contra o rosto do adversário ou contra sua espada como uma espécie de chicote improvisado. Outra manobra arriscada seria jogar a capa por sobre a espada ou cabeça do adversário, mas sempre correndo o risco de perde-la.

O certo é que ela é um elemento de ilusão contra ao adversário, seja na defesa, seja no ataque.

domingo, 7 de fevereiro de 2010

Arquivo de Fichas - D20

Roy Greenhilt - Ordem do Graveto


Fighter 13
Medium Humanoid (Human)

Hit Dice: 13d10+26 (102 hp)
Initiative: +4 (+4 Improved Initiative)
Speed: 20 ft. (4 squares)
Armor Class: 18 (+8 armor), touch 10, flat-footed 18
Base Att/Grapple: +13/+16
Attack: +5 starmetal greatsword +23 melee (2d6+13/17-20)
Full Attack: +5 starmetal greatsword +23/+18/+13 melee (2d6+13/17-20)
Space/Reach: 5 ft./5 ft.
Special Abilities: --
Special Qualities: --
Saves: Fort +10, Ref +4, Will +7
Abilities: Str 17, Dex 10, Con 14, Int 16, Wis 16, Cha 14
Skills: Climb +16, Diplomacy +10, Handle Animal +17, Intimidate +8, Jump +16, Ride +1, Sense Motive +8, Swim +13
Feats: Blind-Fight, Cleave, Combat Expertise, Great Cleave, Greater Weapon Focus (greatsword), Greater Weapon Specialization (greatsword), Improved Critical (greatsword), Improved Initiative, Improved Overrun, Power Attack, Weapon Focus (greatsword), Weapon Specialization (greatsword), Quick Draw
Environment: Material Plane
Organization: Solitary (unique); or party (Order of the Stick)
Challenge Rating: 11
Treasure: +3 breastplate, +5 starmetal greatsword, bag of tricks (grey), booty talisman (as bracelet of friends)
Alignment: Lawful Good

Fonte: DiceFreaks d20

Arquivo de Fichas - d20

Arquivo de Fichas - d20

Desde o início da Confraria eu já postei mais de uma centena de fichas de Mutantes e Malfeitores. Sou inegavelmente um fã inveterado de adaptações de personagens para este sistema. Mas nunca deixei de jogar e admirar outros sistemas, mas confesso que adaptações para sistemas como d20 nunca me fizeram vibrar muito.

Neste período recebi muitos email pedindo fichas para outros sistemas. Agora vou começar a postar esse material. Mas queria esclarecer primeiro. A grande maioria desse material não será de minha autoria. Eu garimpei pela internet e encontrei MUITA coisa boa e de qualidade em site, blogs e forum (principalmente americanos, ingleses e franceses). Assim postarei esse material sempre referindo de onde ele foi tirado. Outra coisa... esse material será postado em sua língua original (quase sempre o inglês). Em último caso eu traduzirei se não for em inglês... mas só me último caso. de vez em quando, quem sabe, eu posto adaptações minhas.

Espero que curtam, comentem, mandem críticas (aos autores...hehehehe) e sugestões!!!

sábado, 6 de fevereiro de 2010

Livro - A irmã de Sherlock Holmes

Os Mistérios de Enola Holmes


Com essa onda de Sherlock Holmes nos cinemas, não haveria hora melhor para este lançamento. A editora Novo Século começou o lançamento da série “Os Mistérios de Enola Holmes” aqui no Brasil. Depois de cinco livros lançados – o sexto deve sair em maio deste ano - nos Estados Unidos, com grande sucesso, as aventuras da irmã mais nova de Sherlock estão desembarcando em terras tupiniquins. A autora, Nancy Springer, depois de 40 romances dedicados à um público que ia de crianças à adolescentes, enveredou pelo universo das investigações recebendo uma resposta impressionante do público.

Esta série coloca a irmã de Sherlock, Enola Holmes, numa saga de busca pela mãe desaparecida que acaba por lança-la no meio de muitas aventuras. Tudo começa quando ela atinge os quatorze anos e sua mãe desaparece. Quando ela é mandada para um internato por seu irmão, ela resolve investigar os acontecimentos por conta própria indo disfarçada pra Londres. Daí em diante é só mistério e aventura.


Por enquanto a editora lança os dois primeiros livros – “O Caso do Marquês Desaparecido” e “O Caso da Senhorita Canhota”.

“Eu gostaria muito de saber por que minha mãe me deu o nome de Enola, que, de trás para a frente, lê-se alone, que é a palavra inglesa para solitária (...) – Você vai se sair muito bem sozinha, Enola – dizia-me, quase todos os dias enquanto eu crescia. De fato, essa sempre foi sua maneira de dizer adeus inconscientemente.”

Indiretamente este é um dos mistérios constantes do livro. Em cada aventura o leitor terá algumas pistas sobre o grande caso do desaparecimento da mãe de Enola enquanto tenta resolver os mistérios que atravessam a frente da heroína.

Cada livro tem cerca de duzentas páginas e um preço muito convidativo de cerca de trinta reais. Mesmo para o público adulto não deixa de ser um opção interessante e muito leve de leitura para as férias.

Bobagens da Internet

A Verdade sobre Jack Bauer

A internet é cheia de coisas curiosas e interessantes. E mais do que isso, é cheia de uma série de bobagens engraçadíssimas. Essa é uma delas que eu achei num site chamado "deciclopédia"... Aproveitem!!!

- Quando Jack Bauer era criança, ele torturou seus pais até que eles revelassem a localização e conteúdo de cada ovo de Páscoa escondidos em casa.

- Se todos em “24 horas” seguissem as ordens de Jack Bauer, o seriado se chamaria "15 Milésimos".

- Jack Bauer uma vez esqueceu onde ele tinha deixado suas chaves. Ele passou 30 segundos se torturando até que ele obtivesse essas informações.

- Jack Bauer matou 93 pessoas em 4 dias. Espere, este é um fato real!

- Jack Bauer joga roleta russa com uma arma totalmente carregada e ganha.

- Quando Kim Bauer perdeu sua virgindade, Jack Bauer foi atrás, achou-a e colocou de volta.

- Toda inequação matemática oficialmente termina com "< Jack Bauer".

- Se você está segurando uma arma para a cabeça de Jack Bauer, não conte até 3 para atirar. Conte até 10. Isso vai dar à você dar mais 7 segundos de vida.

- Quando Jack Bauer passa pelo detector de metal do aeroporto e o detector não apita, o segurança lhe dá uma arma.

- Depois de ouvir que Jack Bauer era interpretado por Kiefer Sutherland, Jack Bauer matou Kiefer. Ninguém comanda Jack Bauer.

- Se você acordar de manhã, é porque Jack Bauer poupou sua vida.

- Não adianta chorar pelo leite derramado. A não ser que o leite fosse do Jack Bauer... Aí você está ferrado.

- Quando a vida deu limões a Jack Bauer, ele os usou para matar terroristas. Jack Bauer odeia limonada.

- Jack Bauer não erra um tiro. Se ele não te acertou, é porque ele estava mirando em outro terroristas 23 km atrás...

- 1 bilhão e meio de chineses estão nervosos com Jack Bauer. Não parece uma briga justa, 1 Bilhão é menos do que uma bala para Jack Bauer.

- Jesus morreu e ressuscitou em 3 dias. Jack Bauer fez isso em menos de uma hora. E ele fez isso duas vezes.

- Em 96 horas, Jack Bauer matou 93 pessoas e salvou o mundo 4 vezes. O que diabos você está fazendo da sua vida medíocre?

- Matar Jack Bauer não faz ele morrer. Apenas o deixa mais nervoso.

- Quando o Google não pode achar alguma coisa, ele pede ajuda para Jack Bauer.

- Jack Bauer uma vez tirou queda de braço com o Superman. O combinado era que o perdedor teria que usar a cueca sobre as calças.

- A recente proposta de trégua de Osama Bin Laden é uma resposta direta ao fato de que ele descobriu que, na verdade, Jack Bauer ainda está vivo.

- Numa prova de matemática no colegial, Jack Bauer colocou "Violência" em todas as respostas. Ele conseguiu um A+ na prova, porque Jack Bauer resolve todos os seus problemas com violência.

- Jack Bauer nunca foi viciado em heroína. A heroína é que era viciada em Jack Bauer.

- A única razão pela qual você está consciente agora é porque Jack Bauer não quer ter que te carregar.

- Algumas pessoas dormem com uma arma embaixo do travesseiro. Jack Bauer dormiria com um travesseiro embaixo da arma. Mas ele não dorme, e poderia te matar com o travesseiro mesmo.

- Originalmente, eram 5 cavaleiros do apocalipse. Jack Bauer disse que iria viajar a pé.

- Jack Bauer não tem amigos porque na infância, quando brincava de Polícia e Ladrão, os ladrões eram sempre interrogados e mortos.

- Quando acabou sua munição, Jack Bauer foi pra linha de fogo, tomou três tiros no peito e usou as balas para recarregar a sua.

- Nostradamus previu: "No século 21, um homem conhecido como Jacques será o salvador do mundo, 6 temporadas seguidas" Momentos depois, Jack Bauer arrombou a porta, atirou no joelho de Nostradamus e gritou "WHO ARE YOU WORKING FOR?!"

- Chuck Norris contou a Jack Bauer que ele só matou 15 pessoas porque acabou a munição. Jack contou pra ele que só matou 93 pessoas porque acabaram as pessoas.

- Quanto tempo Jack Bauer levaria para resolver o mistério de Lost e sair da ilha? Ora, 24 horas!

- Se parece bife, tem gosto de bife, cheira como bife, mas Jack Bauer afirma que é frango, então é um maldito frango!

- A bateria do Celular do Jack Bauer nunca acaba. Já foi até usada para fazer chupeta num caminhão com bateria arriada.

- O Celular do Jack Bauer pega sinal até mesmo no espaço sideral. A Sonda Voyager, que já está além de Plutão, foi baseada no celular dele.

- O Celular do Jack Bauer tira fotos, faz vídeos, detona bombas, faz café e tem joguinhos. Só não tem jogo de paciência porque paciência é uma coisa que não combina com Jack.

- Jack Bauer não colhe digitais, ele arranca dedos.

- Jack Bauer, Nina Myers, Stalin, Hitler e Osama em uma sala, sendo que Jack só tem 3 balas de munição, e o que acontece? Ele mata Stalin, Hitler e Osama para que eles não fiquem para ver o que ele vai fazer com a Nina.

- Chuck Norris não faz flexão de braço, empurra a Terra. Já Jack Bauer manda: ABAIXA! LEVANTA!

- Jack Bauer se escondeu por um ano e meio não por medo, mas para que a população do planeta pudesse voltar à casa dos seis bilhões.

- Se Jack Bauer fosse gay, seu nome seria Chuck Norris.

- Na declaração de Imposto de Renda, Jack Bauer tem que declarar o mundo todo como dependente dele. Inclusive o Chuck Norris.

- Jack Bauer soletra idiota como: L-O-G-A-N.

- Testemunhas de Jeová uma vez tentaram converter Jack Bauer. Depois de 4 minutos de interrogatório, eles admitiram que Jack Bauer era Deus.

- O governo dos EUA não encobre a existência de aliens, eles encobrem é o fato que Jack Bauer matou todos eles.

- Jack Bauer uma vez escalou o Monte Everest. Enquanto estava no cume, recebeu uma ligação urgente do presidente. Ele voltou a UCT LA em 15 minutos.

- Jack Bauer lidera a causa de mortes entre os homens do Oriente Médio.

- O fator de cura de Jack Bauer é tão poderoso que ele não precisa escovar os dentes a noite. Jack Bauer apenas soca todos os seus dentes até caírem, e na manhã seguinte nascem novos dentes no lugar.

- O maior truque de Jack Bauer foi convencer ao mundo que ele não existe.

- Wolverine roubou a frase “eu sou o melhor no que eu faço, e o que eu faço não é nada agradável” de Jack Bauer.

- “Procurando Nemo” seria bem mais excitante se Jack Bauer estivesse procurando por ele.

- Existem três causas de morte entre terroristas. Todas elas são Jack Bauer.

- Jack Bauer uma vez tomou uma garrafa inteira de pílulas para dormir. Elas nem o fizeram piscar.

- Não existem lésbicas, somente mulheres que nunca encontraram Jack Bauer.

- Jack Bauer não comemora feriados, feriados comemoram Jack Bauer.

- No Oriente Médio, morrer é conhecido como: "fazer uma visita á Jack Bauer".

- Jack Bauer não trabalha para a UCT, a UCT trabalha para Jack Bauer.

- No final da quinta temporada, Jack Bauer é levado para a China. Não por vingança, mas por ordens do imperador chinês, que vê no Jack Bauer a única saída para combater o problema da superpopulação.

- O Jack Bauer é o único que sabe o segredo da vida, e DEUS preferiu não esconder isso dele.

- Jack Bauer é o upgrade de Chuck Norris.

- Jack Bauer busca a cura da AIDS e Ebola, pois nada pode matar mais que Jack Bauer.

- Os EUA não usam Jack Bauer em uma guerra, pois seria uma covardia com os inimigos.

- O motivo do término da greve dos controladores aéreos foi um boato que Jack Bauer estaria vindo passar férias no Brasil, e sabe como é, né? Jack Bauer odeia esperar...

- O bicho papão quando vai dormir deixa a luz acesa, com medo de Jack Bauer.

- Uma vez, Jack Bauer torturou o Incrível Hulk; até hoje ele continua verde.

- O Homem-Aranha aprendeu a escalar prédios quando fugia de Jack Bauer.

- Jack Bauer não morre nunca, é que a morte tem medo dele.

- Depois de uma breve conversa com Jack Bauer, Sun Tzu criou "A Arte da Guerra".

- Nem a Grande Muralha da China pode impedir Jack Bauer.

- Caiu na área é pênalti; caiu na rua foi Jack Bauer que atirou.

- Não existe bala perdida, e sim Jack Bauer que mirou em você de tão longe que ninguém pode ve-lo.

- Um dia o homem decidiu que não tinha como co-existir com os dinossauros, então inventou uma máquina do tempo para que Jack Bauer resolvesse o problema.

- No primeiro filme Parque dos Dinossauros, tem uma cena onde um T-Rex corre atrás de um jipe; o que as câmeras não mostraram é que Jack Bauer corria atrás desse T-Rex.

- O predador não voltou mais para a Terra porque encontrou com Jack Bauer no meio do caminho.

- Jack Bauer não fala todas as línguas, mas ele pode fazer você falar inglês em questão de minutos.

- Você e Jack Bauer estão numa sala . Você tem um revólver carregado e quer matar Jack. O que você faz? Resposta: Atira em si mesmo e poupa à bala o trabalho de voltar e te acertar.

- Jack Bauer torturou o autor acima para saber onde ele conseguiu essa informações.

- Se você leu até o fim desse artigo, é porque Jack Bauer quis.

- Quando disseram a Jack Bauer que não haveria outra temporada de 24 Horas, depois da sétima, ele foi até o dono da FOX tomar satisfações. Desde esse dia estão confirmadas temporadas de 24 até o ano de 2085.

Cinema - notícias

Notícias do Mundo da Sétima Arte

Ozzy Osbourne: um dos ícones do rock mundial ganhará sua biografia na telona. Negociações que se iniciaram ainda em 2003 estão chegando à uma definição. Segundo o jornal The New York Post o ator Jonny Deep interpretará o roqueiro. O título prévio é “I am Ozzy”, mesmo título da biografia do músico. Segundo o próprio Ozzy ele está muito satisfeito com a possibilidade de Deep o interpretar: “é um dos poucos que entendem sobre rock’n’roll e também sabe imitar o sotaque inglês muito bem”. Como Deep ainda está envolvido com o lançamento de “Alice no País das Maravilhas” e Ozzy está terminando a gravação de seu próximo álbum, qualquer informação sobre início de produção só deverá ser lançada posteriormente à isso.

Homem de Ferro 2: essa semana o diretor do filme sobre o herói enlatado esclareceu algumas dúvidas sobre a cronologia em que se passa o filme. No primeiro filme Tony Stark é convidado a participar da Iniciativa dos Vingadores num convite de Nick Fury (interpretado por Samuel L. Jackson), líder da SHIELD. Mas ao final de “O Incrível Hulk”, Tony Satrk já aparece falando sobre a formação da equipe de heróis. O diretor do filme, Jon Favreau foi entrevistado pelo site UniversoHQ. Segundo o diretor o novo filme de Homem de Ferro se passará durante o período dos acontecimento do filme do “O Incrível Hulk”. Vamos aguardar as confirmações sobre como se encaixarão as outras produções que culminarão no filme dos “Vingadores”. A estréia de Homem de Ferro será em 30 de Abril.

Capitão América: o diretor do filme, Joe Johnston informou ao Film Journal que já estão na fase de pré-produção. Segundo ele o responsável pelo designe de produção, pela direção de arte e pelos desenhos de arte conceitual, Rick Heinrichs, está em plena produção para uma posterior escolha dos material que será utilizado e qual o investimento necessário.

Avatar 2: a continuação do sucesso de bilheterias poderá demorar mais do que se imaginava. A direção da 20th Century Fox informou que a seqüência acontecerá com toda a certeza, mas não imediatamente. Segundo Rubert Murdock, presidente da 20th, o diretor James Cameron não teria pressa. O diretor já tem um novo projeto em andamento – Battle Angel Alita – o que com certeza deixou a seqüência de Avatar para depois. De qualquer forma informações dão conta de que o ator Sam Worthington já teria um contrato assinado para mais duas continuações para Avatar.

Asterix: depois de alguns anos sem uma seqüência, está sendo preparado um novo filme para o herói gaulês de Albert Uderzo. Desta vez será adaptado o livro “Asterix entre os bretões”. Já com três filmes lançados para o cinema, este quarto não contará com a produção de Thomas Langmann. Quem assumirá a produção será a equipe da Fidélité Productions, responsável pela produção do aplaudido “Le Petit Nicolas” (aqui no Brasil com o título de “O Pequeno Nicolau”). A direção será de Laurent Tirard com um roteiro do próprio diretor juntamente com Grégoire Vigneron. Mesmo sem ter o elenco confirmado é bem provável que os protagonistas de Asterix e Obelix sejam atores diferentes das produções anteriores.

sexta-feira, 5 de fevereiro de 2010

Curso de Heráldica

CURSO DE HERÁLDICA

III – O Escudo

Reconhecidamente como o elemento principal do brasão, o escudo é onde está a maior parte da informação – ou a parte principal dela – que o brasador desejar transmitir. Por isso mesmo é, também, a parte mais complexa do brasão. Ele possui uma série de elementos que podem transmitir milhares (ou mais) de informações quando em junção com outros elementos. Por isso será a parte mais complexa e demorada deste pequeno curso. O mais complicado é que grande parte deste elementos muda conforme a nacionalidade do brasão ou conforme o período da história. Muitos livros e sites tentam dar uma certa organizada nisso, mas é claro que perdemos uma grande parcela de informação com isso. Tentaremos deixar isso o mais organizado possível, sendo criando apartes para informações pertinentes e interessantes.

Os elementos ligados ao escudo tem a ver com a forma que ele possui, a posição em seu interior, as cores utilizadas em sua pintura em diversas de suas partes, elementos que são sobrepostos ao interior do escudo e figuras que podem ser gravadas no escudo.


Escudo: As formas

Este é um elemento estranho. Digo isso pois, ao mesmo tempo em que ele é a alma do brasão, visto que nele estarão todas as informações que serão interpretadas pelo ‘heraldo’, ao mesmo tempo sua forma simplesmente não possui qualquer elemento interpretativo. Muito do que está relacionado à forma do escudo decorre de simples estética. Embora alguns estudos digam que em alguns casos essas formas podem indicar informações como nacionalidade e época de criação, mas mesmo essas informações não são confiáveis e fixas.

Abaixo apresentamos apenas algumas das muitas formas existentes.



Escudo: Os esmaltes

Os esmaltes nada mais são do que as cores aplicada à estrutura do escudo e ao resto do brasão. Eles são elementos fundamentais para a compreensão do brasão. Se dispuséssemos apenas da forma teríamos uma quantidade muito limitada de interpretações. Mas com os esmaltes – e sua mistura – essa interpretação aumenta em muito em quantidade. Existem três tipos de esmaltes: os metais, as cores e as peles.

Eles são divididos em setes esmaltes tradicionais (cinco cores e dois metais), mais as peles (sendo duas as principais, mas existindo mais dez) e mais cinco esmaltes secundários (ou de uso restrito).

Existem duas formas de representarmos essas cores. A primeira delas é com a própria coloração nos sendo possível, visualmente, identificar suas diferenças. Mas o que fazemos quando desejamos representar tais esmaltes, mas não dispomos de colorações para tanto? Esse problema surgiu no século XVII quando havia uma grande dificuldade de demonstrarmos os esmaltes. A solução veio com um sistema de representação gráfica criada pelo padre Pietra Santa. Cada um dos esmaltes ganharam um equivalente representado por pontos ou traços. Assim, mesmo que não tenhamos a cor em si, podemos descobrir qual ela é.

Os metais são Ouro e Prata. As cores são Azul, Verde, Vermelho, Preto e Púrpura (como as cinco cores tradicionais) e Laranja, Escarlate, Vinho, Marrom e Cinza. As peles são Arminhos e Veiros (ainda existindo muitas outras). Vamos vê-los um a um.


Metais

Eles são em número de dois – ouro e prata. Esses dois metais têm uma representação nobre (embora fosse e pudesse ser utilizado em qualquer brasão).

Ouro


Cor: Ouro (amarelo dourado)
Outros Idiomas: gold, or, oro.
Representação: superfície pontuada
Metal: ouro
Pedra preciosa: topázio
Astro celestial: sol
Elemento da Natureza: fogo
Dia da semana: Domingo
Mês: Junho
Virtude: caridade e excelência da nobreza
Na armaria real: ‘tol’
Na armaria de nobres: ‘topázio’
Na armaria restante: ‘ouro’
Obrigações cavaleirescas: servir seus soberanos cultivando as belas letras.


Prata


Cor: Branco
Outros Idiomas: silver, argante (arjante e arjent)
Representação: superfície lisa
Metal: prata
Pedra preciosa: pérola
Astro celeste: lua
Elemento da natureza: água
Dia da semana: segunda-feira
Mês: Junho
Virtude: fé, pureza, integridade
Na armaria real: lua
Na armaria nobre: pérola
Na armaria restante: prata
Obrigações cavaleirescas: servir seu soberano na náutica, defender as donzelas e amparar os órfãos.

Material de Apoio - Lâminas 32

MATERIAL DE APOIO – LÂMINAS
- ESPADAS -


ESPADAS RENASCENTISTAS – AS RAPIERS IV

O Broquel: quem disse que é só um escudo
?

Os jogadores de RPG conhecem bem o que é broquel, mas muito torcem o nariz para seu uso. Ledo engano. Mortal equívoco. Na vida real ele poderia ser muito mais efetivo do que os grandes, mas pesados e lentos, escudos, e igualmente letal.



Menos comum que as adagas ele era a peça escolhida principalmente por espadachins profissionais, tais como soldados, milicianos e mercenários, por necessitar de um grande grau de treinamento. A população comum pouco usava este equipamento, embora não fosse completamente ignorado.

O Broquel (ou buckler, do francês “bouclier” significando escudo, do francês arcaico bocle ou boucle) era um pouco diferente do que imaginamos, pelo menos os leigos e muitos jogadores de RPG. Seu formato é de um pequeno disco metálico tendo entre 15 e 40 centímetros de diâmetro. Livros como o “D&D 3.5 - Livro do Jogador” mostram o broquel como um escudo preso ao antebraço do guerreiro. Este era apenas um dos modelos que já existiram – o mais antigo.



O Broquel é muito antigo, tendo surgido por volta do século XIII e sendo usado até o advento das armas de fogo, por quase cinco séculos. Naquela época, nos modelos mais remotos, ele era preso no mesmo braço que empunhava uma espada curta e quase sempre com a função defensiva. Mas mesmo nessa época alguns modelos já eram usados como elemento de ataque sendo mais uma opção para o espadachim, embora ainda de forma rara, sem especialidade e pouco efetiva. Ele maximizava a defesa do espadachim dando tranqüilidade quanto à ataques ao braço que empunhava a espada – sua principal função na época.

Com as rapiers houve a separação dos dois em dois braços. Com o advento das rapiers e sua velocidade, o broquel saiu do braço que empunhava a espada e foi ser utilizado pelo outro. Além disso, ele deixou de ser apenas fixada no antebraço e passou a ser seguro pela mão, de forma perpendicular em relação ao disco metálico. Isso conferia rapidez e precisão muito além que dos modelos anteriores.



Eles eram feitos de aço na grande maioria das vezes. Possuiam um formato circular – embora outras formas não fossem incomuns – tendo um apoio para ser seguro pela mão em seu centro, por dentro. A sua face externa era curva e sem nenhuma espécie de ranhura ou bloqueio, para deslizar a lâmina adversária. Sua beirada podia ser levemente afiada ou com uma série de cravos e pontas acompanhando a lateral do aço. Seu centro poderia ser simplesmente convexo – para caber a mão por dentro – ou, além disso, possuir uma ponta nas feições de um punhal.


Manuais como os germânicos, para uso das rapiers, mantiveram vivo o conhecimento sobre este belo e útil equipamento. Eles listavam inúmeras ‘regras’ para a boa utilização dos broqueis, onde as cinco principais eram:

1. Proteção da mão: o primeiro uso do broquel era proteger a mão da espada;

2. Deflecção: a leveza do broquel e seu centro curvo fazia dele excelente para defletir lâminas. A deflecção poderia deixar a guarda do oponente aberta para um contra ataque de uma rapier;

3. Cegar: a leve espada usada em conjunção com o broquel possibilitava rápidos movimentos, onde um simples segundo poderia ser cruvial. A empunhadura de um broquel poderia ser usada para proteger a posição da mão que empunha a espada, escondendo-a ou enganando para o próximo movimento;

4. “Punho metálico”: um buckler poderia ser usado para direcionar o ataque do oponente conforme era movimentada a face dele;

5. Atado: o buckler podia ser usado pata prender a mão da espada do oponente contra seu próprio corpo.

Com tudo isso o broquel passou a ser um elemento ativo nos combate entre espadachins que empunhavam rapiers dando um ótimo equilíbrio para a segunda mão, numa mescla perfeita entre ataque e defesa.

Existiam duas táticas para seu uso, segundo DiGrassi. A primeira seria de tomar a posição de guarda segurando o broquel à altura do peito mantendo o pé esquerdo para a frente. Com isso o espadachim mantinha protegido seu peito e abdômen – alvos preferenciais num combate – ao mesmo tempo que rapidamente ele poderia move-lo defletindo o golpe da rapier adversária para a esquerda.

Na segunda o espadachim deixaria o braço que segurava o broquel dobrado à linha do peito cintura, mas em seu flanco. Essa posição funcionava mais contra golpes de corte do adversário.

Como elemento ofensivo ele tinha as mesmas limitações das adagas – a necessidade de uma aproximação perigosa. De qualquer forma o grande grau de treinamento que aqueles que empunhavam um broquel juntamente com uma rapier tinham de ter lhes conferia certa vantagem. As táticas de uso do broquel ofensivamente passavam por duas formas. Na primeira ele poderia ser usado para conferir um impacto contra o adversário – normalmente no rosto – na sua superfície plana. Nessa situação, se houvesse um grampo nas feições de um punhal em seu centro o dano poderia ser melhor, e o abdômen do adversário também seria um alvo.

Na segunda o espadachim poderia realizar um movimento circula, como de corte, para atingir a lateral do escudo contra o adversário. Isso funcionava muito bem contra o braço do adversário, principalmente naquele que empunhava a espada. Da mesma forma que no exemplo anterior, se houvessem grampos laterais ou protuberâncias, o dano poderia ser muito maior.

Quadrinhos - a volta de Watchmen

A volta de Watchmen... nos quadrinhos

Uma ótima notícia para os fãs de Watchmen. A DC Comics informou que pretende lançar histórias dos heróis criados por Alan Moore (foto ao lado) e Dave Gibbons. Essa idéia não é nova. Desde a época em que as revistas foram lançadas (1986 e 1987), o próprio Moore havia sugerido uma série com doze edições onde o foco central seria os Minutemen. Outras idéias foram sugeridas pela DC na época, mas nada disso saiu da prancheta. Após essa época tudo esfriou pois Moore e Gibbons sempre se mostraram contrários à continuações, além de que o presidente da DC, Paul Levitz, nunca desejou uma continuação que não fosse encabeçada pela dupla de criadores.

Mas os resultados estrondosos que o filme gerou com uma retomada da venda de revistas e séries encadernadas reavivou o tema. O interesse é tão grande que há a clara intenção de criar continuações mesmo sem os autores originais. A idéia seria criar séries com as origens dos personagens, continuações e até mesmo uma revista mensal.

Inicialmente o projeto – por questões contratuais – deve ser ofericido inicialmente à dupla de criadores. Caso não aceitem – o que é um fato praticamente consumado – outros devem ser selecionados para a tarefa.
A encruzilhada em que a DC está é... terão o mesmo sucesso sem a dupla de criadores da série? Acho que isso não impedirá eles, e espero que tenham, pelo menos, um grande cuidado com a produção que mantém seu sucesso mesmo com mais de vinte e cinco anos.

terça-feira, 2 de fevereiro de 2010

Curso de Heráldica

CURSO DE HERÁLDICA

I – O Início da Heráldica

Quantas vezes nos deparamos, em filmes e jogos de rpg principalmente, com escudos e brasões e nos perguntamos – será que existe uma lógica, uma regra nisto tudo? Pois é, a heráldica desvenda os mistérios seculares de uma das atividades que já foi umas das mais raras e requisitadas da sociedade ocidental.

Numa sociedade cujo meio de comunicação e transmissão de conhecimento era a palavra falada e a imagem, a necessidade de transmitir informações e mensagens claras era primordial. Isso não seria possível sem um ordenamento, uma regra estabelecida. A heráldica surgiu como uma solução para isso.

Um conceito um tanto frio é dado nessas palavras: “heráldica é a ciência que estuda e interpreta as origens, evolução, significado social e finalidade da representação icônica da nobreza, isto é, dos escudos de armas. Como ciência, a heráldica é atual e autônoma, embora intimamente ligada à história e à arte”. Infelizmente eu considero ele parcial pois quem já estudou, mesmo que de forma superficial sabe que estudar um brasão é como desvendar um mistério, como procurar nuances escondidas num quadro pintado, tentando perceber o que o artista estava tentando transmitir. É a apreciação da arte num de seus mais interessantes elementos.

Durante a Idade Média uma das atividades mais importantes e requisitadas para a realização dos torneios de cavalaria e justas era a do “heraldo”. À ele caia a responsabilidade de apresentação dos cavaleiros, assim como a sua identificação adequada, atestando sua nobreza. Isso por si só já demonstra a importância do procedimento de dar um símbolo à uma pessoa passando este a ser sua verdadeira identidade.

A história da heráldica ainda não tem pontos seguros para seu início. A teoria mais aceita a remonta para o início das invasões árabes à Europa, remontando o surgimento da heráldica à Península Ibérica em pleno século VIII. Mesmo assim o reconhecimento de uma organização e codificação apenas aconteceu muito tempo depois, no século XII.

Mas por que essa necessidade? Uma razão aceita, e até certo ponto muito simples, era de que a heráldica surgiu para pura identificação de cavaleiros durante as batalhas ou sua função. Numa época em que um cavaleiro usando uma armadura completa fica sem possibilidade de que fossem identificados, um sistema que sanasse isso era imperativo. Fosse num torneio, fosse num combate, a confusão sobre quem era aliado ou inimigo ocorria. Com isso emblemas pessoais eram pintados nos escudos, elmos, nas roupas sobre a armadura e nas coberturas dos cavalos.

Inicialmente a aceitação foi tão grande que rapidamente se difundiu por toda a comunidade cavaleiresca e aristocrática. Nesta fase os emblemas representavam um cavaleiro de forma individual e, em certos casos, seus laços de vassalagem (ligação à um outro nobre) e as terras que possuía. Mas a confusão foi evidente já que por vezes os cavaleiros usavam até mais de um emblema.

Para sanar duplicações e confusões criou-se uma rígida normatização. Os brasões começaram a ser ‘concedidos’ pelo monarca como uma recompensa por serviços. Para a criação desses brasões de armas instituiu-se o serviço de “arautos-de-armas”. À eles foi deixada a tarefa de criação de uma norma. Num primeiro momento usaram cores contrastadas e figuras simples – era a heráldica dando seus primeiros passos.

Durante o século XII, logo após a codificação, a posse desses brasões passou a ser hereditário e representativo de uma família ou linhagem. Outra grande modificação aconteceu no século XIII com o aparecimento dos primeiros emblemas para mulheres (nesse caso recebiam o nome de ‘Lisonja’).

II – Conceitos

Vamos começar com uma série de conceitos e entendimentos necessários para podermos ter uma compreensão melhor do assunto.

O brasão seria o trabalho completo, com todos os seus elementos e trazendo a mensagem que deve ser dada e transmitida à quem o olha. As regras são uma normatização de como cada elemento do brasão será utilizado e trabalhado.

Essas regras conceituam formas, cores, adereços e elementos decorativos dando um norte para quem trabalha com a fabricação de brasões – esta atividade se chama ‘brasonar’.

Muitas o brasão em si é confundido com um outro termo que serve quase como sinônimo – escudo. Na verdade o Escudo é um dos elementos, o elemento primeiro, de um brasão. Mas não podemos confundi-los para bem de não criarmos conceitos errados ou entendimentos equivocados.

O último conceito necessário, neste primeiro momento é com relação à posições – esquerda (sinistra) e direita (destra). Sempre que utilizamos essas referências de posição não podemos esquecer de que ela deve ser utilizada pela perspectiva de quem está segurando o ‘escudo’. Isso no início pode causar um pouco de confusão, mas rapidamente será absorvido por vocês.

O brasão de armas pode ter duas formas. O Brasão de Armas Maior seria o brasão composto pelo escudo e por todos os adereços que compõe a figura. A segunda forma seria a apresentação apenas do escudo, quando o espaço não possibilita a apresentação do desenho completo (por isso que a confusão dos termos, apresentada anteriormente, surgiu).

segunda-feira, 1 de fevereiro de 2010

Cinema

“Avatar” está chegando ao Brasil
& Trailers para “O Ladrão de Raios”

Avatar: chegou o primeiro cartaz para a adaptação do personagem de desenho animado. A arte é uma junção de dois outros cartazes já lançados colocando lado a lado Aang e Zuco. A história segue a primeira temporada do desenho quando o mundo estava dividido em quatro grupos: Nação do Fogo, Tribo da Água, Reino da Terra e Nômades do Ar. A paz é quebrada quando a nação do fogo dizima os membros dos Nômades do Ar. O Avatar, mestre dos quatro elementos, é o responsável por manter o equilíbrio do mundo e quando o mundo mais precisou, ele desapareceu. Cem anos após esse acontecimento, dois jovens da tribo da água do sul encontram o avatar, um habilidoso dominador de ar chamado Aang. A estréia está prevista para 2 de julho deste ano.


Percy Jackson, O Ladrão de Raio: dois comerciais de televisão estão sendo vinculados com imagens do filme. No elenco destaque para Pierce Brosnan “Mamma Mia”), Uma Thurman (“Kill Bill”), Ray Winstone (“A Lenda de Beowulf”) e Steve Coogan (“Uma Noite no Museu”). A estréia será em 12 de fevereiro próximo. Veja os comerciais nos links abaixo:

Vídeo 01
Vídeo 02

domingo, 31 de janeiro de 2010

Material de Apoio - Lâminas 31

MATERIAL DE APOIO – LÂMINAS
- ESPADAS -


ESPADAS RENASCENTISTAS – AS RAPIERS III


Por ser uma arma extremamente rápida as rapiers podiam ser mortais num único movimento. Nem sempre o adversário tinham tempo para uma resposta. Por isso mesmo tratados e mais tratados foram criados preocupando-se a defesa quando da utilização de uma rapier. Normalmente originários da hoje Espanha e da hoje Itália, esses tratados trabalhavam com noções de como procurar a perfeição utilizando conhecimento e força na procura de um equilíbrio perfeito entre defesa e ataque. A fórmula perfeita seria aquela que conseguisse reduzir ao máximo o tempo gasto entre a defesa e o contra-ataque do espadachim.

Para esta equação perfeita já foi mostrado, na última postagem, as três formas que os espadachins que empunhavam rapiers se valiam para incrementar sua defesa – a adaga, o broquel e a capa. Qualquer uma das três tinha a mesma intenção: defender o ataque adversário deixando livre a rapier para o contra-ataque.



A ADAGA: um casamento mortal

A mais comum de todas era a utilização da adaga juntamente com a rapier. Como já foi dito a evolução desta espada veio suprir a necessidade de uma população masculina que cada vez mais carregava consigo uma arma à cintura. Ora, nada mais lógico que essa mesma parcela da população se valesse de outros elementos que estivessem em seu poder para a utilização nos combates. Mais comum ainda que as rapiers, as adagas eram elemento constante junto dos homens de qualquer idade. Ou na cintura ou presa à bota, elas estavam sempre à mão para os afazeres diários de suas labutas ou nem que fosse para ser apenas mais um elemento que completasse o conjunto de seu vestuário. Por ser tão comum ela foi rapidamente agregada ao combate com as rapiers.

Sua leveza e resistência – não que o broquel e a capa fosse pesados - possibilitavam rápido manuseio. A forma mais comum de ser usado na defesa, segundo escritos do mestre renascentista DiGrassi, era aparando os golpes da espada adversária com a parte plana da lâmina da adaga. Fazendo isso o espadachim poderia ter três atitudes. Poderia fazer uma defesa brusca onde o impacto tinha a clara intenção de devolver a lâmina do adversária da forma mais instável possível, dificultado o golpe seguinte. A outra alternativa seria a de tentar manter as lâminas em contato empurrando a lâmina adversária de encontro ao corpo do espadachim que a segurava, encurtando o espaço de resposta (mas muito pouco efetivo no caso da adaga). A terceira possibilidade seria prender a lâmina do adversário numa estrutura que havia em alguns modelos de adagas, na proteção da empunhadura, próprios para essa função.

A adaga foi sempre, mesmo que isso nos cause estranheza, um elemento muito mais defensivo do que ofensivo. A explicação é simples – para se usar a adaga há a necessidade de encurtar a distância entre os espadachins, possibilitando que o adversário também use a adaga.


Existem duas forma de se usar a adaga juntamente com a rapier. Embora cada qual tenha sua característica a constante é que com o uso da adaga o espadachim deve sempre ter seu pé esquerdo (mesmo lado da mão que segura a adaga) postado para a frente.

A primeira forma de segurar a adaga seria segurando-a “para baixo” (com o cabo da adaga encostado no dedo mindinho). Esta forma de segurar a adaga é a mais eficiente para a defesa do espadachim contra golpes circulares, mas também é a forma exige mais conhecimento do espadachim, sendo pouco recomendável para novatos. Outra característica dessa posição é que ela quase que impossibilita o uso da adaga para movimentos de ataque.

A segunda forma de agarrar a adaga – também conhecida como forma tradicional – é segurar ela “para cima” (com o cabo da adaga encostado nos dedos polegar e indicador). Esta posição é indicada para defesas contra golpes de corte para o lado esquerdo do corpo do espadachim e para desvios simples de golpes do adversário. Essa posição possibilita que a adaga seja utilizada de forma ofensiva. Para isso só é necessário que o polegar seja deslocado para após o punho da adaga e se apoiei na lateral da lâmina, dando mais estabilidade e firmeza à adaga.

De qualquer forma, independente da posição em que adaga esteja sendo agarrada, uma regra é mantida – isso é chamado de “guarda oposta”. Se a rapier do espadachim está sendo mantida na altura da cintura, a adaga deverá está na altura do ombro, e vice versa.

Com relação à opção de se usar a adaga para atacar, os estudiosos e mestres – como Di Grassi – a qualifica como um elemento pseudo-ofensivo. Isso porque a intenção é de atacar a arma do adversário e não ele propriamente dito. Isso é feito com um movimento circular no sentido direta-esquerda tentando empurrar a arma do adversário para longe e deixando todo o dorso livre para um ataque com a rapier.

DiGrassi qualificava como uma verdadeira arte o uso da rapier juntamente com uma adaga. Aliando estas duas armas com o inovador jogo de pernas e a movimentação do corpo nas manobras, inovado com os treinamentos deste tipo de espada, criava um verdadeiro balet mortal. Não por menos que ele afirmava da necessidade do treinamento incansável do espadachim que intentasse ser um exímio empunhador de uma rapier.

Tormenta RPG - Perguntas e Respostas

Mais Perguntas e Respostas
sobre Tormenta RPG - Parte VI
Respostas por Cassaro e Guilherme
Observação: perguntas e respostas retiradas do Fórum Jambô e organizadas pela Confraria


Alguma coisa foi feita em relação ao paladino? Porque na 3.5 era pegar 5 níveis de paladino e partir para guerreiro ou cdp sem nunca mais voltar, já que ele ganhava habilidade uma vez a cada 4 ou 5 níveis a partir do 5º.

Cassaro: O paladino é agora customizável. Ele ainda tem magias divinas e montaria sagrada, para manter a compatibilidade -- mas o jogador pode trocar estas habilidades por outras, se quiser. O mesmo vale para o ranger com seu companheiro animal e magias.


No Pathfinder, todos os personagem ganham talentos em níveis ímpares, e o guerreiro continua ganhando no primeiro e em níveis pares, além disso ganha bônus com arma, as armaduras limitam menos a Des e dão menos penalidade, eles ganham bônus contra o medo... Ficou bem melhor.

Cassaro:
Tem mais habilidades, sim. Mas se tu quiser jogar com um combatente com várias habilidades em TRPG tu pode escolher o paladino, o ranger, o bárbaro, o samurai, o swashbuckler... Opções não faltam! Se o guerreiro fosse mais uma classe cheia de habilidades, íamos estar fazendo justamente o oposto: tirando uma opção dos jogadores. Aquela opção de ter uma classe mais simples, mais direta, para quem não quer se preocupar com tantas mecânicas.


Beleza. Agora os problemas. Que talentos estarão disponíveis para o guerreiro que façam tanta diferença assim? O cenário tem atualmente mais de 200 talentos oficiais. O problema é que poucos influenciam efetivamente na construção de um Guerreiro e menos ainda possibilitam diversas "builds".

Cassaro:
Como foi explicado, talentos já existentes tiveram suas mecânicas mudadas. Tormenta RPG tem 76 talentos de combate (disponíveis como talentos bônus para o guerreiro) formando 16 builds possíveis (considerando apenas builds formadas com 3 talentos ou mais). O Livro do Jogador D&D oferecia 9.


Vai ser utilizado o "famoso recurso Retcon" para incluir personagens importantes da raça meio-gênio nos cenários, ou serão personagens totalmente novos?!

Cassaro: Não estamos ainda cuidando de livros sobre personagens. De qualquer jeito, a inclusão de meio-gênios vai acontecer conforme a necessidade. Além disso, decidir que um npc meio-gênio já existia não é retcon. O mundo é grande, com milhões de pessoas não descritas. Se um qareen administra uma rede comercial em Valkaria, isso não é retcon -- ele sempre esteve ali.


E quanto ao Druida, ela terá mesmo aquela forma animal genérica que os fã deram a idéia numa das discussões do .20?

Cassaro:
Sim, o druida está pronto e funciona dessa forma. Ele usa regras combinadas do Arcana Unearthed e Player's Handbook II.


O Swashbuckler permanece como está ou terão modificações na classe?

Cassaro: O swashbuckler foi revisado em Piratas & Pistoleiros. Ainda vale aquela versão.


Ficou bem claro que as demais raças serão abordadas em outro suplemento. Mas dava para dizer se raças como meio-dríade, elfo-negro, meio-dragão serão abordadas nesse suplemento? Serão modificadas ? Algo assim ? Se der para falar algo sobre isso. Foi uma dúvida que surgiu durante a semana.

Cassaro:
Meio-dríades, sim. Elfo negro e meio-dragão, ainda não sei dizer.


Classes de Prestígio serão abordadas em suplementos futuros também né?!

Cassaro: Esperamos que sim.


Teremos algo como Guia dos Monstros para futuros lançamentos do TRPG?

Cassaro: Sim, mas não deve ser um grande e único livro. A ideia do Guilherme é lançar vários livros de criaturas, pequenos e temáticos.


E quando sai o calendário de lançamentos para o ano de 2010? Ou por volta de quando teremos esse calendário?

Cassaro: Acho que já está por aí.


Não sabia que as regras de Perícias Treinadas (disponíveis do Star Wars Saga e no D&D 4ª edição) eram "OGL" e poderiam ser usadas em outros jogos.

Cassaro: A licença OGL permite o uso dessas regras.


Igual eu ainda prefiro as regras por pontos de graduação, porém as regras de Perícia Treinadas são boas também.

Cassaro: Pontos de perícia estarão no livro básico, como regra opcional.


Faltam algumas perícias (como um "Ofícios" por exemplo).

Cassaro: Ofício ainda existe em Tormenta.


Mesmo o Tormenta RPG ter optado por seguir a regra de Perícias Treinadas, acredito eu que não deva ter uma lista tão reduzida assim como ficou no D&D 4ª Edição.

Cassaro: A redução é baseada em bom senso. Se você enxerga uma ameaça, não precisa ouvir para saber que está lá (Observar + Ouvir). Não adianta conseguir se esconder sem conseguir ficar em silêncio (Esconder-se + Furtividade) e assim por diante.


Minha sugestão para o Guerreiro do Tormenta RPG não ficar tão "pra escanteio" e ser mais útil, são as seguintes...

Cassaro: Todas são ideias boas, mas fogem da proposta básica do guerreiro -- ser uma classe simples e altamente customizável. Além disso, quase todas existem (ou poderiam existir) na forma de talentos, que o guerreiro pode adotar (ou não) como seus talentos bônus.


Os conceito "paladino" criado antigo AD&D (acho que não tinha no D&D antigo) de um lutador que combate o mal de forma altruísta continuará existindo, ou teremos paladinos variantes para todos os Deuses, como o conceito "campeão divino"?

Cassaro: O paladino de Tormenta é o paladino clássico, campeão do bem e ordem. Paladinos variantes existem em O Panteão.


Tenebra continua podendo ter Paladinos?

Cassaro:
Não no livro básico. Para campeões divinos de outras tendências, é melhor mesmo recorrer ao Arcana Unearthed e outros. Tormenta mantém a retrocompatibilidade justamente para continuar aceitando esses acessórios.


Quais as classes básicas que aparecerão no Livro Básico? Haverá Classes de Prestígio no Livro Básico? Pq não chamar o "Swashbuckler" como "Espadachim"? Tá certo que a Devir traduziu o Swashbuckler do D&D 3.5 como "DUELISTA", que na minha opinião é uma péssima tradução pra classe, mas "ESPADACHIM" pra mim é uma boa tradução pro termo.

Cassaro: "Espadachim" não seria correto, porque swashbuckling não tem a ver com espadas. Tanto que, conforme suas habilidades de classe, ele pode usar apenas armas de fogo.


O Guerreiro então irá ganhar um talento extra pela classe em todo nível?

Cassaro: Claro que não!!! Quem disse?!!


Uma ideia de última hora... Uma coisa boa que eu acho dos RPGs baseados em pontuação (GURPS, 3D&T...) é a possibilidade de você "comprar" defeitos, adquirindo pontos extras. Seria viável adicionar o conceito de defeitos ("talentos negativos") ao Tormenta RPG, garantindo assim pontos de características ou talentos extras ao jogador?

Cassaro: Defeitos devem aparecer, mas não no livro básico. Até lá, podem usar os defeitos de 4D&T, disponível aqui: http://www.4shared.com/file/191701512/2ec16197/Manual_4DT_-_verso_do_diretor.html

sábado, 30 de janeiro de 2010

Lançada a Dragon Slayer 28

Corra e pegue a sua DS 28

A Jambô Editora anuncia que que a edição 28 da Dragon Slayer está chegando às bancas. Edição dedicada exclusivamente aos dez anos do cenário Tormenta, é a edição mais aguardadas desde o lançamento da revista. Se você é fã, se você curto o cenário ou se você quer conhecer o cenário, corra e compre a sua já!