domingo, 31 de outubro de 2010

Dragon Crisis terá animé

Novo anime à caminho


Mais notícias sobre adaptações de mangás. A notícia do momento é a adaptação de Dragon Crisis para o universo dos animés. Sua estréia está marcada para janeiro de 2011. A notícia foi divugada no site oficial do Dragon Crisis. Ryuji Kasaragi e Eriko se juntam apra proteger uma menina-dragão chamada Rose.

56ª Feira do Livro de Porto Alegre - Primeira visita

Primeira olhada

Hoje dei uma pequena passada na Feira do Livro de Porto Alegre. Não tinha muito tempo para uma olhada mais atenta. Ela está um pouco menor este ano devido à restauração da Praça da Alfândega, mas continua com todo o seu charme.

Entre a mostra Cow Parade e as bancas de livros constatie algumas coisas. Etse anos temos menos bancas técnica e muito mais bancas dedicadas à literatura. Embora não traga nenhuma dica hoje de livros percebi que estamos no meio de uma onda de livros de fantasia infanto juvenil. Entre vampiros e magos temos de tudo. Também fiquei feliz por encontrar os livros da Jambô Editora - a trilogia Tormenta e o novo do Leonel - em pelo menos três bancas. Já rpg no geral está raro, embora pssa ter passado desapercebido. Como curiosidade encontrei todos os livros antigos de GURPS por uma bagatela.

Universal define estréias de Torre Negra e outros

Universal define estréias para 2012

Nesta sexta-feira a Universal Pictures anunciou as datas de muitos dos filmes mais aguardados para breve. Confira:

“Contraband” – 16 de março de 2012
“The Bourne Legacy” – 3 de agosto de 2012
“Ouija” – 9 de novembro
“Snow White and the Huntsman” - 21 de dezembro
“Torre Negra” – 17 de maio de 2013

Densha Otoko ganhará versão cinematográfica em Hollywood

Densha Otoko em Hollywood


Não cansamos de ouvir que já faz muito tempo que a cultura do Japão invadiu e tomou lugar no mundo ocidental. A última investida está sendo o cinema. Não faz nem uma senama que anunciamos que o mangá e anime Fruit Basket receberia uma versão hollywoodiana e já temos mais uma novidade. Foi anunciado que Densha Otoko (ou ‘O Homem do Trem’) receberá também sua versão cinematográfica no melhor estilo de Hollywood. A notícia veio de uma entrevista do produtor Genki Kawamura ao The Hollywood Reporter nesta semana. Segundo ele a história tem muto potencial já que na versão para a televisão e cinema japonesas rendeu cerca de 3 bilhões de yens (ou 45 milhões de dólares), gerando mais de 20 ofertas de remakes, “um dos quais está a avançar em Hollywood”.

Kawamura tem todo amparo para falar do assunto. Ele foi o produtor da versão japonesa e, além disso, seu mais recente filme, “Confessions” foi selecionado como candidato ao Oscar 2011 de melhor filme estrangeiro.

Para quem não conhece a história ela tem alguns fatos interessantes. O primeiro deles é de que ela é baseada em fatos reais. Em 2004, no fórum japonês 2Chan, num tópico para solteiros falarem sbre seus probleas e dúvidas, um dos usuários, Yamada Tsuyoshi, contou como havia expulsado um bêbado que importunava uma garota chamada Aoyama Saori que, agradecida, pediu seu enderço para lhe agradecer mais tarde. Ele. Sem saber ao certo que fazer, ao chegar em casas postou tudo no fórum divididndpo suas experiências. Posteriormente todas essa conversa nesse tópico, centralizado nas experiências desse homem, foi reunido por um site e depois publicado num livro, dando depois origem à um seriado de TV, um mangá e um filme.


A temática é própria da realidade dos jovens japoneses e permeada de muitos momentos cômicos. Outro ponto interessante, e que deve fazer sucesso atualmente nesse mundo de Orkut e twitter, foi a importância da internet na divulgação da história do rapaz.

Na televisão ele rendeu onze capítulos que foram apresentados entre julho e setembro de 2005 no canal Fuji. No cinema uma versão ganhou as telas em setembro 2006 e uma versão em mangá chegou às bancas em novembro de 2006.

Zumbis em Porto Alegre 18

Zumbis em Porto Alegre

Anotação 18
O caso da água é curioso. Passamos anos sendo bombardeados com notícias de que um dia ficaríamos sem água. Claro que naquela época todos pensavam numa questão ambiental e ecológica. Ninguém imaginaria que isto aconteceria tão cedo e por motivo tão surreal quanto o que nós, poucos sobreviventes pelo mundo, estávamos passando.

Estávamos na terceira semana após o início deste inferno quando tivemos nosso novo murro de realidade. Naquela manhã, como de costume, todos acordamos e fomos levar nossa falsa ‘vida normal’. Normalmente nosso roteiro, naqueles tempos, era acordar, tomar café todos juntos e levar o dia entre falar pelo rádio com outros sobreviventes e arranjar o que fazer para passar o tempo. Esse monótono roteiro era, ao meu ver, o que nos mantinha na realidade. Como já disse antes parecia que ainda estávamos, naquela época, num mundo normal. Às vezes eram jogados de volta ao mundo real, mas inconscientemente sempre arrumávamos uma forma de voltar ao nosso ‘mundinho’. Aqui isto terminou definitivamente.

Ao abrir a torneira percebemos que a água estava com uma coloração levemente diferente, mas com um forte odor desagradável. O gosto também estava alterado e igualmente desagradável. De uma hora para a outra o desespero correu por todos. Tentamos nos acalmar da forma que dava.

Fizemos algumas tentativas de contornar o problema. Ferver a água se mostrou eficiente apenas nos dois primeiros dias. Depois o cheiro e o gosto estavam tão fortes que não adiantava mais. O que melhor resolveu foi um velho filtro de barro, mas tínhamos apenas um e ele era lento, o que é natural para ele.

É óbvio que tínhamos água armazenada, mas a calma e sorte que tivemos nas primeiras semanas acabou por nos nublar a estratégia necessária para não sermos pegos de surpresa. Tínhamos muita pouca água guardada. Não duraria mais do que uma semana, apenas para comer e beber. A grande maioria estava inutilizada para consumo direto.

Passamos a tentar verificar nossas alternativas. No topo de nosso prédio haviam duas caixas de água enormes. Ambas estavam repletas de água e à cada uso mais era jogado para dentro dela automaticamente. Isso fazia com que estivesse constantemente sendo contaminada. No condomínio vizinho, que havíamos isolado e limpo de zumbis, havia uma caixa de água por torre. Não sei por que, mas apenas metade delas estava com água limpa, mesmo sem ter tido uso. O que deu para fazer foi bloquear a entrada de água e retirar gradativamente o máximo possível. Tínhamos ali, racionando da melhor forma possível, água para mais umas três semanas. O que, diga-se de passagem, para a nossa realidade era muito pouco.

Trocando informações com alguns de nossos contatos pelo rádio soubemos que todos passavam ou já haviam passado pelo mesmo problema. Tirando o pessoal dos Andes que recorria à um riacho próximo, todos os outros passavam por duas soluções – esperar chuvas torrenciais ou procurar fora do esconderijo.

Agora percebo que inconscientemente tentamos de tudo antes de nos convencermos de que teríamos de colocar a cara para fora do nosso refúgio. Até tentamos criar um sistema para captar água em caso de chuva num emaranhado de lonas nas caixas d’água dos prédios vizinhos. Mas as chuvas eram muito rarefeitas naquela época à ponto de encher uma recipiente daquele tamanho.

O consumo estava reduzido ao mínimo possível. Tínhamos, por incrível que pareça, um estoque considerável de refrigerantes que arrecadamos dos apartamentos do condomínio vizinho. Não entendo o que passa pela cabeça de uma pessoa em estocar refrigerante quando se dizia para estocarem alimentos. Mas de qualquer forma aquilo pelo menos nos auxiliava a economizar o consumo de água, mas também não duraria para sempre.

Mesmo com todo esse racionamento uma coisa não deixamos de fazer – tomar chimarrão. Era como um ritual que nos mantinha humanos, vivos, presos à realidade. Só pararíamos quando a erva mate terminasse. E, diga-se de passagem, ainda continuamos a consegui-la.

Uns quatro dias depois do início do problema O Raul me chamou no terraço do nosso prédio. Lá de cima ele apenas apontou para o outro lado da rua. Nem me lembrava daquilo. O Carrefour tinha uma caixa de água enorme, nem tenho a idéia de quanto de água poderia ter ali. Mas de qualquer forma era a melhor e mais próxima de nossas opções.

Naquela noite fizemos uma reunião rápida, na nossa roda de chimarrão, e concordamos que teríamos de começar a nos aventurar fora por uma questão de sobrevivência. Pelo menos tínhamos tempo para planejar. Mas não poderíamos demorar muito.

Nossa primeira excursão estava marcada. Iríamos até o Carrefour e tentar criar uma forma de arrecadar toda aquela água.

Notícias sobre Conan e Transformers 3

Notícias de cinema

Conan: foi definida uma data para seu lançamento. Será dia 19 de agosto de 2011, para o circuito americano, e no Brasil será no mesmo mês, mas sem confirmação de data. No elenco temos Jason Momoa (Conan), Rachel Nichols (Tamara), Stephen Lang (Khalar Singh), Rose McGowan (Marique), Bob Sapp (Ukafa), Ron Perlman (Corin) e Leo Howard (Conan jovem). A direção está à cargo de Marcus Nispel.



Transformers 3: foi apresentado o primeiro cartaz e o banner da produção que estréia em 1 de julho de 2011 e com direção de Michael Bay. No elenco teremos Shia LaBeouf, Rosie Huntington-Whiteley, Josh Duhamel, Tyrese Gibson, Kevin Dunn, Julie White, Frances McDormand, John Malkovich, Ken Jeong e Patrick Dempse.