quinta-feira, 29 de abril de 2010

Cinema - Trailers recomendados

Trailers Recomendados

Aqui estão alguns trailers recomendados pela Confraria. Aproveitem e corram para o cinema!! "A Estrada" já está nos cinemas, "Homem de Ferro 2" começanesta sexta-feira, "Príncipe da Pérsia" e "Robin Hood" começarão em breve. É só clicar no poster!



Material de Apoio - Lâminas 38

Material de Apoio – Lâminas
Adagas e Punhais 04


Neste nosso quarto encontro sobre a temática ‘adagas’ e sua utilização em combates veremos mais duas técnicas ensinadas e treinadas na época medieval.

A primeira manobra é o que chamamos de bloqueio e alavanca. Ele é próprio para defesas de ataques vindos de cima e quando o atacante segura a adaga com o polegar mais próximo do pommel (1). Quando a mão do atacante desce sobre o defensor, este bloqueia depositando certeiramente seu punho encostado na adaga enquanto sua mão segura firmemente o punho adversário (2). Essa posição deixa a mão que empunha a adaga inoperante e sem chance de qualquer tipo de investida. O movimento seguinte é contínuo ao anterior. Ele deve ser feito como uma continuidade do anterior. Neste movimento o defensor, segurando firmemente a mão da adaga, avança o outro braço usando a força do movimento do próprio corpo direcionando seu cotovelo contra a garganta do adversário (3). Note que ao mesmo tempo o defensor desloca sua perna para trás do corpo do adversário (4).


Nesta posição é extremamente fácil desequilibrar o adversário (5). Percebam que com este movimento o adversário não solta a adaga, mas ele está complemente sem condições de utiliza-la.


Esta segunda manobra é muito simples, mas precisando de muita rapidez e treino. Quando o atacante faz um movimento de estocada, o defensor deve desviar rapidamente do golpe de forma a permanecer próximo da mão do adversário (7). Para percebermos a necessidade de velocidade nesta manobra, juntamente com o desvio, deve-se segurar a mão que empunha a adaga com uma das mãos, e a ponta da adaga com a outra (8). Com isso o defensor deve apenas puxar a ponta da adaga no sentido oposto à mão.


Com a adaga na mão há várias opções do que fazer. Neste exemplo o defensor, ainda segurando o punho do atacante, escolheu usar a adaga numa estocada no flanco do adversário.

quarta-feira, 28 de abril de 2010

Arquivo de Fichas - Mutantes e Malfeitores

CYBLADE – Dominique Thiebaut
Cyberforce


Nível de Poder: 9

FOR 14 (+2) DES 18 (+4) CON 12 (+1) INT 14 (+2) SAB 12 (+1) CAR 12 (+1)

Resistência + 1; Fortitude +4; Reflexo +6; Vontade +3.

Ataque +6; +7 [corpo-a-corpo], +8 [lâmina]; Dano +2 [desarmado]; +10 [lâmina]; Defesa +8, Esquiva +5, Iniciativa +8.

PERÍCIAS: Acrobacia +8, Arte da fuga +6, Concentração +5, Conhecimento [Tática] +6, Escalar +6, Furtividade +7, Intuir intenção +5, Notar +4.

FEITOS: Ação em movimento, Aikido [Agarrar aprimorado, Agarrar preciso, Arremessar aprimorado, Ataque defensivo, Derrubar aprimorado, Esquiva fabulosa, Evasão, Foco em esquiva, Imobilizar aprimorado], Artista marcial, Ataque dominó, Atraente, Avaliação, Especialização em ataque [lâmina de energia eletromagnética], Foco em ataque [desarmado], Iniciativa aprimorada, Sem medo.

PODERES: Criar objetos 6 [descritor do dano: fogo - Feito: Inato, Preciso, Progressão 3 – Falha: Limitado/apenas lâmina de energia eletromagnética] – Ligado – Golpe 10.

Pontos: 103
22 (habilidades) + 7 (salvamento) + 28 (combate) + 7 (perícias) +18 (feitos) + 21 (poderes)

Não deixe de ver o índice atualizado no Fórum Jambô

terça-feira, 27 de abril de 2010

Livro - Diários do Vampiro, a fúria

Vampiros sempre dão bons livros,
mesmo os juvenis


O sucesso para autores de livros onde, a temática são vampiros, não é novidade. É quase um tiro certo. Desde que Anne Rice inaugurou o filão com obras de grande sucesso e ótima qualidade (as Crônicas Vampirescas) que cada vez mais autores enveredam por esse caminho.

Um desses casos é a série de livros “Diários do Vampiro”. Está sendo lançado o terceiro volume da série com o título “A Fúria”. Série de livros da escritora L.J. Smith que deu origem ao seriado da televisão. Embora o sucesso seja recente a série de livros foi escrita e lançada nos anos noventa. Agora, com essa nova onda de sucesso encabeçada por “Crepúsculo”, os livros de Smith chegam com tudo. A série mostra a relação (ou triângulo amoroso) formado por Elena, uma humana, e os vampiros e irmãos Stefan e Damon. Durante algum tempo houve algumas acusações de plágio contra a obra de Stephenie Meyer, mas que acabaram não avançando. O quarto volume já está prometido para o final do ano com o nome de “Diários do Vampiro: o retorno”. É uma literatura claramente juvenil, mas não deixa de ser interessante, nem que sirva apenas para passar o tempo.

No Brasil a venda da série de livros é um sucesso, já tendo atingido mais de 300 mil cópias somente dos dois primeiros volumes em cinco meses. Eles estão sendo lançados pela editora Record, em seu selo Galera. O preço é muito atrativo, R$ 29,90.

Cinema - Motoqueiro Fantasma 2, Viuva Negra e Mulher-Aranha

Novidades em Motoqueiro Fantasma 2,
Viúva Negra e Mulher-aranha

Motoqueiro Fantasma 2: com toda essa onda de filmes sobre heróis da Marvel não é de admirar que uma seqüência sobre o ‘espírito da vingança’ fosse realizado. A surpresa está em que são grandes as chances de que Nicolas Cage, protagonista do primeiro filme, não encarnar o personagem no segundo filme. O problema se resume à um desencontro entre a agenda do ator (na produção do terceiro filme da série “A Lenda do Tesouro”) e a data limite para o início da produção, em 14 de novembro.

Viúva Negra: houve a confirmação pelo presidente da Marvel Studios, Kevin Ffeige, que poderá haver a produção de um filme solo para a heroína da Marvel, Viúva Negra. A personagem aparece no filme Homem de Ferro 2, que estréia no próximo dia 30. Ao que tudo indica o papel continuaria nas mãos da atriz Scarlett Johansson.


Mulher-Aranha: aqui está uma boa e uma má notícia (pelo menos eu acho). Um filme baseado na heroína estaria sendo preparado, mas a atriz que estaria negociando com a Marvel para viver a personagem seria Vanessa Hudgens (“High School Musical”). A escolha da atriz, que ao meu ver tem muito pouco da personagem, seria devido a uma política nova da Marvel de realizar filmes de baixo custo (20 a 40 milhões de dólares) sobre personagens secundários. Segundo a Marvel: “a idéia é de que o filme seja divertido, uma comédia, e Vanessa Hudgens seria perfeita para o papel”. Deus nos livre!!!

domingo, 25 de abril de 2010

Cinema - A Estrada em uma resenha perfeita

A resenha que faz você ir ver o filme

Sabem quando encontramos algo máximo, magistral, perfeito. Eu tenho essa sensação quando estou lendo. Quando me deparo com um texto de extremo bom gosto. Quando me deparo com um texto que me faz parar, pensar, analisar e decidir algo. Quando encontro textos que me fazem mudar um conceito ou mesmo criar um conceito novo. Não precisa ser um texto prolixo ou acadêmico (muito embora eu adore um bom texto pedante).

Quando li este pequeno artigo que reproduzo abaixo, em forma de uma singela análise de cinema fiquei muito satisfeito em tê-lo achado. Confesso que já havia lido duas ou três análises em sites nacionais e americanos. Mas nenhuma foi tão clara e tão gratificante, e que me fizeram mudar meus planos para correr para o cinema, quanto a resenha feita por Regis Trigo no site CinePlayer. Gostei tanto que o reproduzirei na integra abaixo.

Por Regis Trigo

Normalmente, quando se decide verter para a tela grande um romance de grande sucesso, o filme é prejudicado por uma certa subserviência em relação material original. É como se o cinema, assumindo-se como uma arte menos nobre do que a literatura, precisasse não adaptar mas sim reverenciar – de joelhos, se possível – as obras nas quais se inspira.

A Estrada tinha tudo para cair nessa armadilha. Afinal, o filme seria baseado no livro de Cormac McCarthy, lançado em 2006 e recebido com entusiasmo nos EUA (Oprah Winfrey o elogiou abertamente em seu programa). O sucesso foi tanto que, por ele, McCarthy recebeu o Prêmio Pulitzer. A visibilidade adquirida pelo livro foi ainda mais potencializada após a penca de Oscar recebida por Onde os Fracos Não Tem Vez, filme dirigido pelos irmãos Coen e adaptado de outro de seus romances. A pergunta era: como transformar em imagens um texto tão conhecido e admirado? O diretor John Hillcoat e o roteirista Joe Penhall aceitaram o desafio e, pelo que se vê, passaram no teste com sobras. A Estrada, o filme, traduz para a tela o espírito da obra de McCharty (cujo estilo de prosa não é de fácil leitura), sem necessariamente se colocar numa posição inferior a ela.

A Estrada começa sua narrativa no tempo presente. Planos estáticos nos introduzem em um cenário bucólico. Flores, jardins, vegetação abundante. Uma mulher observa um homem acariciando seu cavalo. As cores são vivas e o ambiente é inundado pelo sol. Repentinamente, uma porta se fecha. Aquela reprodução do paraíso fica do lado de fora. A câmera permanece no interior escuro da casa, anunciando o mal que se aproxima. Logo em seguida, o casal acorda no meio da noite. Pela janela, o homem observa um clarão amarelo. De alguma forma, ele parece saber que aquele evento estava prestes a acontecer. Em vez de desespero, ação. Ele começa a estocar água na banheira, ciente de que a tragédia veio para ficar. Sua esposa, grávida, o observa. O fim do mundo chegou.

Mas qual a origem daquilo tudo? Como a humanidade chegou àquele ponto? Guerra nuclear? Aquecimento global? Efeito estufa? Uma mistura disso tudo? O filme não se preocupa em responder e, no fundo, pouco importa. A civilização, tal qual a conhecemos, não existe mais. O céu é cinza, fruto de uma névoa que não se dissipa. As temperaturas são baixíssimas. Todas as espécies de animais estão mortos. As árvores, sem vida, não mais se sustentam em pé. Os incêndios e as chuvas são eventos corriqueiros.

Os poucos sobreviventes se dividem entre refugiados e gangues armadas até os dentes. Todos vagam a esmo, com medos uns dos outros, na busca por combustível, comida e sapatos. A selvageria impera. Mulheres são estupradas e crianças violentadas. Para matar a fome, o canibalismo torna-se a solução extrema. O ser humano não pode mais confiar no seu semelhante. Em A Estrada, os zumbis somos nós.

É nesse ambiente que vivem os dois protagonistas. Eles não tem nome. A catástrofe lhes tirou tudo, até mesmo suas identidades. São apenas O Homem e O Menino. Pai e filho. Cada um o mundo inteiro do outro. A missão do Homem é proteger o Menino. Ou como ele diz a certa altura: “o menino é o meu mandato”. Por isso mesmo, o pai carrega consigo um revólver. Dentro dele há duas balas. Uma para cada um. Seu único receio é não ter a coragem necessária quando o momento de dispará-las chegar.

O Homem já perdeu a noção de tempo. Talvez seja outubro. Talvez não. Calendários são coisas do passado. O fato é que ele sabe que não resistirá a mais um inverno naquele local. A solução é partir para o Sul, em direção ao mar. De dia, caminham pela estrada com a preocupação de encontrar algo para comer e esquivar-se de possíveis ataques canibais. De noite, dormem nas florestas ou no interior de veículos abandonados ao longo do trajeto. Durante a viagem, o Homem sonha com a sua esposa. Imagens de um casal apaixonado o remete para um passado que sequer parece ter existido de fato. Mas a Mulher não está ao seu lado. Anos antes, cansada e sem esperanças, ela optara pelo suicídio. Nas palavras do Homem: "ela partiu e a frieza do gesto foi seu último presente".

Numa primeira camada, o filme é o relato da viagem desses dois seres por uma América devastada por um inimigo desconhecido. No entanto, o objetivo de A Estrada não é simplesmente contar mais uma história sobre o fim do mundo. Para aqueles que tiverem interesse nesse material, é preferível passar na locadora mais próxima e levar pra casa outros títulos como O Dia Depois do Amanhã, Eu Sou a Lenda, 2012 ou coisas do tipo. Em A Estrada, o buraco é mais embaixo. Seu verdadeiro tema está na relação entre um pai e seu filho, e o quão forte, íntima e profunda ela pode ser para ambos.

Esse é um dos aspectos mais interessantes de A Estrada. Mesmo num cenário caótico como aquele, em que a Humanidade foi praticamente expurgada do planeta, o Homem ainda faz questão de transmitir seus valores morais e éticos ao Menino. Para tanto, ele conta ao filho histórias de coragem e justiça, que de tão antigas e distantes, são difíceis de recordar. À noite, antes de dormir e à luz de fogueiras improvisadas, o Homem lê livros infantis até que o Menino adormeça. A certa altura, o Homem tem a oportunidade de mostrar ao filho a casa em que viveu sua infância. Mais à frente, ambos tomam banho juntos – talvez o símbolo maior da intimidade entre um pai e um filho. No limite, o filme defende a tese de que palavras como dignidade, decência, honra, bondade, honestidade e compaixão, não são meros conceitos abstratos, mas sim princípios básicos e inegociáveis do ser humano.

O Menino, por sua vez, parece absorver esses ensinamentos. Quando nasceu, o mundo já estava destruído. Ele nunca vira o sol, muito menos o mar. Não sabia qual era o aspecto nem o gosto da Coca-Cola ("ela faz bolhas!"). Desconhecia o que era um arco-íris. E jamais se deparara com animais que não os empalhados e o de pelúcia que carregava durante a viagem. Na falta de qualquer referência material, o que o alimenta são os princípios éticos que lhe são ensinados. Em determinado momento do filme, ele diz ao pai que ambos devem rezar em agradecimento à comida que encontraram. Em outro instante, o garoto demonstra piedade pelo sofrimento de um andarilho desconhecido, oferecendo-lhe comida. E rejeita com veemência a punição que o pai impõe a um homem que roubara seus pertences. Num universo completamente inerte, incolor e apodrecido, o grande patrimônio daquele Menino é a sua humanidade.

Outro personagem importante em A Estrada é a Mãe. Ela só aparece em flashes, por meio dos sonhos do Homem. Poucos anos após a devastação da Terra, ela resolveu que não valia mais a pena continuar vivendo. Só não colocara um fim naquilo, porque, na última hora, o Homem sempre a convencia do contrário. Mas seu espírito já não está mais ali. Ao banhar o filho, ela não mais lhe devolve seus olhares cheios de amor e carinho. Sua despedida é lenta e silenciosa. Quando o momento decisivo finalmente chega, ela parte sem olhar para trás. Sua determinação é tanta que A Estrada pode até ser interpretado a partir do ponto de vista de uma mulher que simplesmente não dá conta da maternidade e do casamento.

A escolha do australiano John Hillcoat para a direção pareceu ser adequada. Seu filme anterior, A Proposta, lançado em 2005, tinha forte influência na obra de McCarthy. Mesmo com uma história sobre o fim do mundo, ele evita contá-la por meio do terreno fácil das sequências de ação, explosões, tiroteios e perseguições. Hillcoat está interessado unicamente em falar sobre a vida de seus dois protagonistas. E isso explica a opção pelo ritmo lento, contemplativo, reflexivo. É o interior que importa, não o exterior.

Vez por outra, o Homem e o Menino se deparam com grandes paisagens naturais completamente devastadas (há uma seqüência com dois navios encalhados, que teria sido aproveitada do desastre provocado pelo furacão Katrina). Muitos destes cenários foram gerados em computador. Os efeitos especiais, no entanto, são discretos e eficientes. E mesmo assim ajudam a dar o tom geral da obra. Definitivamente, A Estrada não é um filme de ficção cientifica.

Além do auxilio do computador, A Estrada vale-se muito do visual quase monocromático trazido pela fotografia do espanhol Javier Aguirresarobe. Seu maior desafio foi dar autenticidade a àquele mundo sem sol e sem vida. Para alcançar esse efeito, carregou nos “tons mortos”, como o cinza, o marrom e o verde. Com exceção das cenas ambientadas no passado, quando a cor é propositadamente acentuada, predominam no filme as imagens enevoadas e opacas. Em certos momentos, parece que A Estrada foi rodado em preto-e-branco. A trilha sonora, por sua vez, ficou por conta de Nick Cave, que já trabalhara com Hillcoat em A Proposta. Em determinadas passagens, sua melodia nos evoca algumas sequências de Valsa com Bashir.

Na maior parte da sua projeção, o elenco de A Estrada limita-se ao Homem, interpretado por Viggo Mortensen, e o filho, vivido por Kodi Smit-McPhee. A química entre os dois funciona, o que faz com que acreditemos naquela relação e torçamos para o destino de ambos. Mas o destaque vai mais uma vez para Viggo. Já vai longe o tempo em que ele era visto apenas como mais um galã a aportar em Hollywood, cuja carreira ziguezagueava em filmes como Um Crime Suspeito, Até o Limite da Honra, Daylight e Mar de Fogo. A trilogia O Senhor dos Anéis, na qual viveu o cavaleiro Aragorn, foi o seu ponto de virada. Mas a ratificação do seu talento veio com a parceria com o diretor canadense David Cronemberg e os filmes Marcas da Violência e Senhores do Crime (que lhe rendeu uma indicação ao Oscar em 2007). Em A Estrada não é diferente. Sua composição nos remete à figura de um Jesus Cristo cujo calvário é seguir vagando em busca de um mundo que já não mais existe.

Completam o elenco Charlize Theron, no papel da Mãe, Robert Duvall, como o andarilho, e Guy Pearce, como o Veterano, todos com participações eficientes, ainda que muito curtas.

A Estrada não é um programa fácil. A viagem do Homem e do Menino é penosa, dura e, acima de tudo, triste. Sim, o filme termina com uma pitada de esperança. Mas o retrato do apocalipse nos joga na cara o quão irresponsáveis somos com o planeta em que vivemos. Mais que isso, ao situar sua história num período tão próximo ao tempo presente (basta ver a idade do Menino), A Estrada nos mostra que esses eventos podem, mais cedo do que pensamos, deixar as páginas de ficção para se tornar realidade. E aí poderá ser tarde demais.

Arquivo de Fichas - Mutantes e Malfeitores

BANSHEE – Sean Cassady


Nível de Poder: 7

FOR 14 (+2) DES 12 (+1) CON 14 (+2) INT 14 (+2) SAB 14 (+2) CAR 14 (+2)

Resistência + 2; Fortitude +3; Reflexo +3; Vontade +5.

Ataque +6, +8 [armas de fogo], +8 [raio]; Dano +2 [desarmado], +6 [raio]; Defesa +7; Esquiva +3; Iniciativa +1.

PERÍCIAS: Blefar +6, Computadores +4, Conhecimento [Tática] +4, Diplomacia +7, Idiomas 3 [Irlandês nativo, inglês e francês] Intuir intenção +7, Investigar +5, Notar +6, Obter informação +6, Pilotar +7.

FEITOS: Bem-informado, Distrair, Duro de matar, Especialização em ataque [armas de fogo], Evasão, Inspirar, Interpor-se, Liderança, Trabalho em equipe 2.

PODERES: Repertório Sônico 9 [Extra: Amplo; Feito: Inato] – {Base: Controle Sônico 10 [Dinâmico] - PA: Raio 6 [Dinâmico - Feito: Acurado; Extra: Área/Cone; PAD: Confusão 6]; PA: Raio 6 [Feito: Alcance estendido; PAD: Atordoar 6]; PA: Vôo 4 [Dinâmico – Feito: Manobralidade; Falha: Distração]; PA: Campo de Força 10 [Dinâmico – Falha: Limitado/apenas dano físico]; PA: Drenar Resistência 10 [Dinâmico – Extra: Alcance/à distância; Falha: afeta apenas objetos; Feito: Preciso]; PA: Imunidade 11 [Dinâmico - Efeitos sônicos e imunidade aos poderes de Black Tom Cassady]}.

Pontos: 102
22 (habilidades) + 6 (salvamento) + 26 (combate) + 10 (perícias) + 10 (feitos) + 28 (poderes)

[url=http://www.jamboeditora.com.br/forum/viewtopic.php?p=53863#53863][b]Não deixe de ver o índice atualizado no Fórum Jambô[/b][/url]

Cinema - Heróis e Tropa de Elite 2

Heróis e Tropa de Elite 2

Batman 3: com essa onda de filmes em 3D, era quase certo que as principais produções de ação, de agora em diante, adotariam este estilo. Boatos afirmavam que com o novo filme do homem-morcego a coisa seria igual. Mas não será. Wally Pfister, diretor de fotografia dos dois primeiros filmes de Batman – “Batman Begins” e “Batman: Cavaleiro das Trevas” – declarou o contrário. Segundo ele a utilização da tecnologia 3D em muitos filmes a serem produzidos é apenas um modismo e provavelmente já terá passado quando o terceiro filme da série for lançado. Ele ainda disse que ele e Chris Nolan pretendem fotografar toda a película no formato IMAX (maior resolução), embora a tecnologia para isso seja difícil de ser usada. Já no Cavaleiro das Trevas eles filmaram trinta minutos com esta tecnologia e ficaram muito satisfeitos com o resultado.

Thor: quando anunciaram que Samuel L. Jackson encarnaria o personagem Nick Fury também anunciaram que ele estaria presente em todos os filmes de adaptações da Marvel até o lançamento de Vingadores. Mas isso já não acontecerá na adaptação de Thor. Segundo o próprio ator ele não participará do filme – “Apesar de meu nome estar lá, confirmaram comigo que eu não devo aparecer mais no filme. Não sei por que!” Já para os Vingadores ele informou que a produção está indo com força para o início das gravações em fevereiro. Stan Lee, criador da maioria dos personagens da editora Marvel, informou que como de costume ele fará uma aparição surpresa no filme. Ele disse em entrevista: “O martelo de Thor é encontrado no meio de uma cratera aberta no meio de uma estrada, pelo exército americano. O exército tenta mover o martelo, mas não consegue porque ele é muito pesado. Então eles trazem um trator para tirar o objeto. Após amarrarem o martelo no caminhão, este dá a partida, mas a parte de trás do caminhão cai e a frente continua andando Quando mostram a cara de assustado do motorista do caminhão, revela-se Stan Lee”.

Tropa de Elite 2: o último dia de filmagem foi em 15 de abril último. Foram quatro meses de trabalho. Agora o filme está em fase de pós-produção e sua estréia foi confirmada para 3 de setembro. Na direção está José Padilha, tendo no elenco Wagner Moura, Seu Jorge, Dudu Nobre, Maria Ribeiro e Shelton Mello.

Homem de Ferro 2: mais alguns posters lançados.

sábado, 24 de abril de 2010

Promoção Jambô


A Jambô Editora lançou uma grande oportunidade de você ganhar um livro de Mutantes e Malfeitores. Aproveitando a onda do lançamento do novo suplemento em português para o sistema - Agentes da Liberdade - a editora lançou a promoção "Crie um Agente da Liberdade".

Ela é bem simples. Foram disponibilizados dois desenhos para servirem como base para a criação de uma ficha seguindo as regras do sistema. A melhor ficha para cada desenho será premiada com um livro do sistema. A promoção vai de 26 de abril à 28 de maio de 2010.

Encontre todas as informações necessárias na página da editora. Corra e participe!!!

Miniaturas de Cenários

Mais miniaturas de casas

Mais quatro links para miniaturas de casas para seu cenário de combate, em substituição aos links que estavam quebrados. Aproveitem!

Casa 06
Casa 07
Casa 08
Casa 09

Jogos de Tabuleiro: Pilares da Terra

O sucesso de Pillars of the Earth

O livro de grande sucesso – “Pilares da Terra” – serviu de inspiração para uma série de produtos. Como já vimos há um seriado produzido na Europa e, desde 2006, uma série de jogos de tabuleiro.

O jogo, homônimo ao livro, foi lançado em 2006 e segue a mesma linha do livro – a construção da primeira catedral gótica da Inglaterra. Os jogadores estão em pleno século XII e representam construtores da catedral. O jogo consiste na utilização de trabalhadores para a produção de matérias-primas e, em seguida, usando artesãos, se valer dessas matérias na construção da catedral. Além disso, os jogadores terão de produzir ouro, fundamental para seus interesses no jogo. Um jogo muito instigante em turnos onde o sucesso está no equilíbrio entre a produção de riquezas e a aquisição de pontos de construção para terminar sua obra. O jogo comporta de 2 à 4 participantes, sendo o ideal em 4, e leva cerca de duas horas.


O material para o jogo é muito variado. Tem um tabuleiro muito bonito e colorido, dado, 75 cards e muitos e muitos marcadores representando desde matérias-primas entre muitos outros elementos.

O jogo foi tão bem sucedido que ganhou prêmios por dois anos seguidos. Em 2007 ele ganhou prêmios como melhor jogo do ano na Holanda, no Japão, na Noruega, na Espanha, na Alemanha, além do Spiel des Jahres Recommendation e o Spiel der Spiele Hit Games for Expert. Em 2008 ele ganhou mais dois, o Golden Ace Nominated e Games 100 Game of the Year. Na BGG ele ganhou uma nota razoável – 7,38.


Mas isso não é tudo. Em 2008 foi lançado uma expansão. Sim... jogos de tabuleiro também possuem expansões. Com esta expansão novos elementos são agregados ao jogo diretamente do livro: agora você pode colocar mercenários em jogo para as Cruzadas do rei, trazer mestres de construção de Toledo, ou ainda assumir o posto de cobrador de impostos. Mas o grande recurso agregado ao jogo é a possibilidade de agora jogarem um quinto e um sexto participante. A maior parte das peças novas que vem nesta expansão são para agregarem os dois novos jogadores (nas cores branca e laranja), mas os 37 card novos são para os eventos novos etc. Mas a grande jogada desta expansão é a disponibilidade de um novo tabuleiro para ser adicionado.

Definitivamente Pillars of the Earth é, antes de mais nada, um jogo tático. Um jogo de como se aproveitar ao máximo o turno que se tem nas mãos. Como os turnos são em um número limitado, para o final do jogo, e suas ações podem e serão limitadas pelos adversários, a tática torna-se o elemento crucial para se alcançar a vitória.

Seriado - adaptação de Pilares da Terra

Os Pilares da Terra chega à televisão

Em “Os Pilares da Terra” é contada a história de tramas políticas, religiosas e os conflitos, que foram desencadeados pela construção da primeira igreja gótica do Reino Unido – a Kingsbridge Cathedral – por mais de quarenta anos em pleno século XII. Isso é retratado pelo livro de Ken Follet, lançado em 1989, e que vendo mais de 14 milhões de cópias, com direito à uma continuação publicada em 2009 – “World Without End”.

Algum tempo atrás foi feita uma adaptação de “O Pilares da Terra” no formato de minissérie. Foi uma produção alemã independente da Tandem Communications junto do Muse Entertainment, do Canadá, tudo em associação com a Scott Free Films (de Ridley Scott e seu irmão, Tony Scott). Os oito episódios foram roteirizados por John Peilmeier e dirigidospor Sergio Mímica-Gezza (seriado “Battlestar Galáctica”). São dez horas de produção – os dois primeiros episódios possuem duas horas enquanto os outros têm uma hora cada.


Com filmagens realizadas em belas locações na Áustria e Hungria, a produção teve um orçamento de 40 milhões e com um elenco não de estrelas, mas de atores experientes. Entre eles temos Ian McShane (“Deadwood”), Rufus Sewell (da versão inglesa de “Elenventh Hour”), Matthew MacFadyen (“Orgulho e Preconceito”), Donald Sutherland (“Dirty Sexy Money”), Sarah Parish, David Oakes, Robert Bathurst (“Emma”), e Gordon Pinsent, de (“Rumo ao Sul”).


Recentemente o canal americano Starz adquiriu os direitos da produção e programa sua estréia para julho. A produção, além de ter sido adquirida por um canal americano, foi adquirida por muitos canais europeus. Esse súbito sucesso trás a grande esperança de que ele acabe chegando por aqui em canal fechado ou mesmo em dvd.

sexta-feira, 23 de abril de 2010

Cinema e Quadrinhos - Deixa Ela Entrar vem por aí

Graphic Novel sobre
refilmagem de filme de terror

A confirmação da refilmagem, numa versão americana, do sucesso do suspense sueco “Deixa Ela Entrar” trouxe junto o anúncio de um lançamento simultâneo para quadrinhos. A Dark Horse Comics confirmou que lançará simultaneamente ao lançamento do filme uma graphic novel baseada na versão americana.

A editora não deu grandes informações sobre a produção, apenas confirmando que não informará nada além da intenção de lançar junto com o filme, em outubro de 2010. Em algumas locadoras é capaz que vocês consigam encontrar a versão deste ótimo filme.


Para quem não conhece o filme aqui vai uma sinopse a versão sueca: “o menino de 12 anos Owen é zoado sempre pelos garotos de escola e negligenciado por seus pais em vias de se divorciar. Doente de tanta solidão, Owen passa os seus dias planejando a vingança e as suas noites espiando o que acontece nos outros apartamentos da vizinhança. Seu único amigo é uma nova vizinha, Abby, menina independente que mora com seu silencioso pai. Frágil e atormentada como Owen, Abby só emerge de seu apartamento acortinado à noite, sempre descalça, aparentemente imune à neve do inverno. Owen se identifica com ela e em pouco tempo formam uma relação única. Quando uma série de pavorosos assassinatos coloca a cidade em alerta, o pai de Abby desaparece e a garota precisa se virar sozinha. Ainda assim, ela repetidamente repele as tentativas de Owen ajudá-la, e o comportamento cada vez mais bizarro dela leva o garoto a imaginar que Abby esconde algum segredo inimaginável” (sinopse retirada de UniversoHQ). O filem sueco ganhou o prêmio de filme mais assustador do ano pelo site “Bloody Disgusting”.


A versão americana terá um elenco variado, embora não muito conhecido. Estarão na produção Kodi Smit-McPhee (“Romulus, Meu Pai), Chloe Moretz (“Horror em Amityville”), Richard Jenkins (“O Visitante”), Elias Koteas (“Amantes”), Cara Buono (do seriado “Sopranos”), Sasha Barrese (“Se Beber Não Case”). Na direção está o ainda badalado Matt Reeves, de “Cloverfield”. As gravações já estão andando na cidade de Albuquerque, Novo México, Estados Unidos.

Curso de Heráldica 11

CURSO DE HERÁLDICA 11

Partições do escudo V

Até agora apresentamos as partições mais simples e usuais. Mas elas não ficam apenas nelas. O ‘partido’ e o ‘cortado’ podem se combinar em uma série de múltiplas partições.

Este tipo de partições acontecem quase sempre como resultado de alianças familiares. Como já acontece em outras partições, esses espaços são chamados de ‘quartéis’. De qualquer forma esses múltiplos quartéis não devem ultrapassar os 32 quartéis, por medo de ser muito vulgar. O mais comum são partições em 4, 6, 8, 10, 12 e 16 quartéis.


A partição simples de ‘partido’ e ‘cortado’, formado em 4 quartéis, já foi apresentado na ‘Partições de Escudos III’, chamado de esquartelado. Mas há uma diferença na questão dos esmaltes utilizados nessas múltiplas partições. Como elas resultam de combinações de brasões de famílias diferentes, é regra que cada quartel seja de um esmalte diferente. Raramente eles serão de esmaltes iguais, acontecendo apenas quando, por coincidência, brasões sejam iguais em seu esmalte de uso. Essa regra vale para qualquer quantidade de múltiplas partições.

A nomenclatura é muito própria. Sempre apresentamos primeiro o número de ‘partidos’ e depois e número de ‘cortados’ (veja as imagens abaixo com suas respectivas nomenclaturas).

quinta-feira, 22 de abril de 2010

Seriados - The preacher ganhará versão

The Preacher também na televisão


Após as notícias de que The Preacher ganhará uma versão para o cinema, a HBO lançará uma série baseada no caçador de seres demoníacos para televisão. É um projeto antigo, que corre desde 2006, que tem como produtora Rose McGowan (“Red Sonja”). A história mostra a caçada à uma criatura meio anjo meio demônio chamada Gênesis que toma posse do corpo de um pastor que assassina toda a sua congregação. Embora não tenha data para a estréia o elenco está sendo divulgado aos poucos. Foram confirmados Holly Marie Combs (seriado “Charmed”) e Leighton Meester (seriado “Gossip Girls”).

Arquivo de Fichas - Mutantes e Malfeitores

QUEIMADA – Bobby Lane
Gen13


Nível de Poder: 8

FOR 14 (+2) DES 16 (+3) CON 12 (+1) INT 14 (+2) SAB 14 (+2) CAR 12 (+1)

Resistência +5, Fortitude +5, Reflexo +4, Vontade +1.

Ataque +8, +10 [raio], Dano +2 [desarmado], +6 [raio de plasma]; Defesa +6, Esquiva +3, Iniciativa +3.

PERÍCIAS: Acrobacia +4, Concentração +4, Intimidar +6, Intuir intenção +7, Notar +5.

FEITOS: Ação em movimento, Avaliação, Bem-informado, Crítico aprimorado [raio de plasma], Liderança, Sem medo.

PODERES: Repertório [Gen-ativo] 10 [Extra: Amplo; Feito: Inato] {Base: Controle de Plasma 10 (Dinâmico) – PA: Raio 6 (Dinâmico – Extra: Explosão; Feito: Acurado); PA: Vôo 6 (Dinâmico); PA: Pasmar 5 (Dinâmico – sentidos visuais); PA: Campo de Força 5 (Dinâmico – Falha: Limitado/somente energético); PA: Proteção 4 (Dinâmico); PA: Telepatia 3 (Falha: Inconstante); PA: Imunidade 5 (Dinâmico – dano por fogo)}.

Pontos: 96
22 (habilidades) + 5 (salvamento) + 28 (combate) + 4 (perícias) + 6 (feitos) + 31 (poderes)

Não deixe de ver o índice atualizado no Fórum Jambô

quarta-feira, 21 de abril de 2010

Agentes da Liberdade está chegando

Agentes da Liberdade na próxima semana


Parece mentira, mas é verdade. Finalmente mais um livro de Mutantes e Malfeitores está para sair. O lançamento da vez é Agentes da Liberdade. Se você deseja aventuras mais realistas ou cenários mais palpáveis, este é seu suplemento. A Jambô anunciou nesta terça-feira em seu site.

Ele te dará todas as condições de criar um ambiente realista na lita contra grupos terroristas ou fanáticos de qualquer tipo. São dicas, novas perícias e feitos para seus jogos, além de uma série de arquétipos. Junto ainda é apresentado quatro grupos prontos - três de heróis e um de vilões - para seus jogos sem muito trabalho. Veja abaixo a sinopse dos grupos retirado do site da Jambô:


Aproveitem. O valor do livro será de R$ 35,00 para suas 128 páginas. Agora, depois deste lançamento, podemos começar a contar os dias para o próximo lançamento de MM que deverá ser o Ultimate Power!!

Material de Apoio - Lâminas 37

Material de Apoio – Lâminas
Adagas e Punhais 03


Combate com adagas

Continuando com nossas postagens sobre a utilização das adagas em combate durante a Idade Média, veremos hoje mais duas situações.

Como no último movimento apresentado no poste anterior, este também se baseia numa defesa contra um ataque vindo de baixo e frontal. Volte naquela postagem e observe com atenção. O movimento de obstrução é idêntico (1). Ele agarra o punho do adversário com sua mão esquerda e base da adaga com sua mão direita. Até aqui tudo igual. Com essa posição assegurada ele gira seu corpo colocando seu braço esquerdo abaixo da axila do oponente, criando uma alavanca (2) e impossibilitando que ele movimento sua mão com a adaga, sutilmente diferente do movimento da postagem anterior.


Aqui temos uma variação do movimento anterior. Ao invés de forçar a alavanca com o ombro ao máximo obrigando o adversário à soltar a adaga ou simplesmente quebrando seu braço, ele faz um outro movimento. Ele, tendo a alavanca bem firme, usa seu próprio ombro como apoio enquanto puxa a mão que segura a adaga de encontro ao seu próprio peito, obrigando o adversário à mover-se para o chão (3). Neste movimento, então, temos uma clara intenção de imobilizar o adversário, mais dos que de feri-lo.


No segundo movimento desta postagem temos outra defesa contra um ataque realizado por baixo. Ele requer um pouco mais de destreza do defensor.

O movimento de ataque vem de baixo para cima e de fora para o centro do defensor, num movimento circular. A rapidez é fundamental nesta manobra de defesa. O defensor deve ou avançar ou esperar a aproximação do atacante para encurtar o espaço entre os dois. Depois ele tem de aparar o braço que está investindo contra ele na altura do ante-braço com o braço do mesmo lado do atacante (4). Rapidamente, ainda, ele deverá dobrar seu braço encaixando o ante-braço do adversário em seu cotovelo. Depois, com seu outro braço, ele deverá agarrar sua outra mão (5).


Com essa posição bem feita o adversário fica com seu braço completamente imobilizado. Para finalizar um simples movimento de alavanca forçando o cotovelo do adversário ao contrário (6), impulsiona o corpo ele para a direção do chão. Ele está completamente imobilizado sem a necessidade de qualquer ferimento. Mas devemos salientar que este é um golpe muito rápido devendo ser realizado com exatidão e velocidade, pois qualquer erro e o defensor fica com seu pescoço descoberto para um ataque da adaga.

terça-feira, 20 de abril de 2010

Cinema - mais novidade em Piratas do Caribe 4

Novo membro no elenco
de Piratas do Caribe 4

As coisas andam quentes por lá! Mais um nome confirmado para o elenco da continuação. Desta vez é do desconhecido (pelo menos por aqui) Sam Claflin. Em seu currículo ele leva participação no filme para a televisão “The Lost Future” e em episódios de “Pillars of the earth” (comentarei nos próximos dias). Como já dissemos, a maior parte do filme será em 3D, um terço para dizer a verdade. O resto, as cena de ação, será filmado com câmeras normais e convertido na pós-produção. O motivo deve-se ao peso das câmeras de 3D que dificultaria muito as filmagens de ação. As filmagens começam em junho e a estréia será em 20 de maio de 2011.

Jogos de Tabuleiro - Vamos matar uns lobisomens

Ultimate Werewolf: Ultimate Edition


Embora ele não seja bem um jogo de tabuleiro e que já tenha sido lançado à dois anos, ele tem tudo a ver com o nosso ambiente. Em “Ultimate Werewolf: Ultimate Edition” temos uma pacata vila do século XVI que de repente torna-se infestada de lobisomens. Para sobreviverem os moradores terão de encontrar essas criaturas e destruí-las antes de tornarem-se seu almoço.

O legal do jogo é que ele comporta de 5 à impressionantes 68 jogadores. Os participantes podem ser aldeões, tentando matar os monstros, ou lobisomens, tentando sobreviver. Para isso existem dezenas de possibilidades de ‘papéis’ interpretativos para que os jogadores se utilizem para chegar aos seus objetivos.


O conteúdo do jogo é muito rico. São 30 papéis, 18 cenários (para possibilitar jogos com grupos de todos os tamanhos e níveis), 80 cartas belamente ilustradas, planilhas de controle, livro de regras e um anexo com muitas dicas para o jogo.


O jogo tem um tempo estimado para uma partida de cerca de trinta minutos. Algo muito razoável, principalmente se levarmos em conta a quantidade possível de participantes. Vale lembrar que no site BGG ele recebeu uma boa nota 7,93.

Em 2010 o jogo recebeu uma expansão – “Ultimate Werewolf: Classic Movie Monsters”. Como o próprio nome diz temos aqui um apanhado dos principais monstros dos clássicos filmes de terror. Ele chegou arrasando com uma grande aceitação no exterior (nota 8,5 na BGG) e dando nova vida ao título. São novos monstros, ‘papéis’ e cards totalmente compatíveis ao jogo original, aumentando em muito as possibilidades de jogo, estratégia e diversão.

Para completar, este ano ainda foi lançado “Ultimate Werewolf: Compact Ediction” recebendo nada menos do que uma rara nota 10. Está é uma versão de bolso do jogo. Nele temos 40 cartas que possibilitam o jogo de até 34 participantes, sendo totalmente compatível com o jogo original e sua expansão.

segunda-feira, 19 de abril de 2010

Cinema: notícias de Robin Hood e Piratas do Caribe 4

Notícias das Telonas


Robin Hood: nem foi lançado o novo filme de Ridley Scott (diretor de “Gladiador”) e uma continuação já sendo preparada. Segundo o diretor: “É o começo de como o homem se tornou Robin Hood. E só dá para saber isso nos últimos instantes. Vamos supor que com isso faremos uma sequência para o filme (...) Sinceramente acho que temos potencial para isso”. Isso abriu a onda de boatos. Ele não confirmou ainda a produção, mas deixando a porta aberta já há a grande possibilidade disso. O elenco é cheio de estrelas: Russell Crowe (o oscarizado “Gladiador”, trabalhando junto com o diretor Ridley Scott) como Robin Hood; Cate Blanchett (“Notas Sobre um escândalo”) como Lady Marion; William Hurt (“O Incrível Hulk”), Mark Strong (“Sherlock Holmes”), Danny Huston (“X-Men Origens – Wolverine”) e Max von Sydow (“Minority Report”). A estréia está chegando... é em 14 de Maio próximo.


Piratas do Caribe 4: notícia rápida. Novas adesões ao elenco da produção. A atriz francesa Astrid Bergès-Frisbey (“Barragem Contra o Pacífico”) compõe o elenco. Será a primeira participação dela numa produção fora da França, interpretando uma sereia. Como já anunciado aqui o resto do elenco é composto por Johnny Depp (“Inimigos Públicos”), Geoffrey Rush (“O Amor Custa Caro”), Penelope Cruz (“Nine”), Ian McShane (“Caso 39”) e Stephen Graham (“Coração de Tinta”). Estréia em 20 de Maio de 2011.

Zumbis em Porto Alegre 8

Zumbis em Porto Alegre

Anotação 8
Já é noite. Hoje tivemos de sair, mas não tivemos problemas maiores. A experiência tem nos ajudado cada vez mais. A necessidade de alguns remédios e gasolina, para o gerador, serviu de motivação para sairmos neste frio de quase inverno.

Mas vamos voltar à nossa narração.

A manhã daquele primeiro dia veio rápida. Acordamos logo com os primeiros raios de sol devido à um enorme estrondo. Havia sido uma explosão que acontecerá para os lados da avenida Ipiranga. De onde estávamos não conseguíamos ver nada. Eram sete horas da manhã.

Naquela manhã uma neblina densa dificultava a visão, como de costume para esta época do ano. Olhando para a rua víamos apenas vultos perambulando de cá para lá de forma lenta, subindo e descendo a rua. Eram aqueles zumbis infernais. Os sons de disparos de armas de fogo haviam cessado desde a noite anterior, para recomeçarem mais perto do meio dia.

Já com o corpo refeito do esgotamento daquele primeiro dia, nos reunimos e tentamos nos organizar. Decidimos manter nossas provisões separadas, já que todos estávamos com as despensas cheias. Concordamos em gastar o mínimo possível de gás e darmos preferência para o microondas enquanto tivéssemos energia elétrica. Usamos todos os recipientes que tínhamos para armazenar água. Em nossa visão, naqueles primeiros dias isso seria o bastante para nos mantermos vivos por um longo tempo.

Durante todo o dia ficamos nos revezando em frente da tv e do rádio à espera de notícias, mas não tivemos grandes novidades. Ficamos sempre de olho na frente do prédio, por medida de segurança. O Raul passou horas postado no telhado do prédio, trocando de lugar com o Paulo e com o Michel.

Os sobreviventes do condomínio ao lado estavam tento se organizar também, mas lá havia muita mais gente, o que dificultava um pouco. Cada um achava que poderia fazer o que desejasse e todos achavam que sabiam o que estavam fazendo. Ficamos trocando informações por sobre o muro. Nem parecia que estávamos naquele caos.

Volta e meia escutávamos tiros ou gritos vindos de lugares indefinidos. Cada som diferente atraia a atenção daquelas coisas, que passavam a se dirigir para a direção do som. Foi nossa primeira informação – o silêncio era necessário para nossa sobrevivência. Como éramos em poucos conseguimos delimitar essa primeira regra, se é que dá para chamar assim.

A noite veio e novamente nos vivos todos reunidos na sala de estar do apartamento da Juliana. Mais chimarrão e conversa solta em frente do rádio. À noite as notícias foram mais perturbadoras. Cada vez mais cidades ficavam sem contato. O exército era a única instituição que ainda permanecia mais ou menos organizada. Mas isso não significava que eles estavam intactos, muito menos no controle. Recebemos notícias de que a região sudeste havia sido fortemente atingida, bem como todo o litoral. Ao mesmo tempo diziam que alguma resistência bem organizada estava formada nas matas da Amazônia.

Olhando pela janela, na noite, percebemos que haviam menos luzes acesas. Isso era um mau indício. Todos estavam esperando uma ajuda que não sabíamos de onde viria e poucos estavam resistindo.

Na manhã seguinte fomos acordados com um forte tiroteio muito próximo. Os sons vinham da direção da PUC, algumas quadras em direção ao centro da capital. Paulo lembrou que quando eles estavam voltando, dois dias atrás, havia um grande grupo organizado de civis e de soldados do exercito fechando as entradas da universidade que davam para a avenida Bento Gonçalves. Os sons deveriam vir de lá. O combate durou cerca de duas horas. Depois mais nada. Apenas disparos esparsos. O silêncio era muito mais perturbador que o barulho de combate. Isso aconteceu por todo aquele dia. Volta e meia escutávamos disparos ou tiroteios até chegar a um silêncio desanimador.

Neste segundo dia de isolamento começamos a colocar a cabeça no lugar. Estávamos mais calmos, se é que isso era possível, e começamos a raciocinar quais seriam nossas prioridades. Elas eram claras e poucas: manter nosso esconderijo seguro e reservar ao máximo nossos recursos. Para isso começamos a reforçar todas as passagens possíveis do muro. Como os zumbis eram facilmente atraídos por sons e movimento tínhamos de ter esses pontos como norte.

Desta forma tapamos da melhor forma possível as grades dos portões, e qualquer outro vão que possibilitasse enxergarem movimento, com lonas. Como haviam poucos daqueles monstros por perto, naqueles dias, foi um trabalho fácil. Os moradores do condomínio ao nosso lado fizeram o mesmo, mas o grande número de moradores dificultava a organização deles. De qualquer forma todos conseguimos passar por esta etapa.

O segundo ponto que era manter ao máximo nossos recursos não seria problema num primeiro momento. Havíamos sido muito previdentes. Nossas provisões eram fartas. Tanto que resolvemos manter em segredo dos nossos vizinhos. E tudo correria muito bem enquanto a água e a eletricidade continuassem. Resolvemos juntar tudo. Não havia sentido manter tudo separado. Embora dormíssemos em apartamentos separados, de dois em dois, passávamos boa parte do tempo juntos, incluído na hora das refeições.

Improvisamos um depósito no quarto andar, no apartamento ao lado ao que eu e a Juliana usávamos para dormir. Quanto mais alto e inacessível melhor.

Na terceira noite, de novo reunidos no quarto andar, tivemos apenas um informe pela televisão e dois pelo rádio. Foram poucas notícias dadas por vozes desanimadas. O contato com regiões mais distantes era quase inexistente e as informações eram as piores – morte, morte e morte. Desta vez usamos apenas uma cuia de chimarrão deixando claro que estávamos entrando em nossa fase de prudência quanto ao consumo.

Fomos dormir com pouco assunto e muitos medos.

domingo, 18 de abril de 2010

Livro - Melhores Contos Brasileiros de Ficção Científica

Ficção científica brasileira


Durante muito tempo, e mesmo nos dias de hoje, a ficção científica é tratada como coisa quase impossível de ser realizada no Brasil. É uma visão que menospreza a capacidade de nossos escritores e a qualidade de seus trabalhos. Ao mesmo tempo isso vem dos próprios leitores que criam modelos artificiais do que é ou não o ideal para uma produção deste gênero. Mas é ótimo quando esse tipo de preconceito é quebrado. Ele começou a ser quebrado com o lançamento,em 2007, com “Os Melhores Contos Brasileiros de Ficção Científica”.

O mercado editorial brasileiro recebe agora “Os Melhores Contos Brasileiros de Ficção Científica: Fronteiras”. A organização dos textos foi realizada por Roberto de Souza Causo e lançado pela Devir. O subtítulo “fronteiras” faz referência à uma literatura fronteiriça entre o gênero ficção e outros. Notamos isso em dois dos principais textos da coletânea de autoria de Lima Barreto e Lygia Fagundes Teles, ícones da literatura nacional.

Mas ele também apresenta autores da dita ficção científica “tradicional” tais como Jerônimo Monteiro, André Carneiro, Domingos Carvalho da Silva e Bráulio Tavares.

Já passou da hora de darmos valor à produção nacional em todos os estilos e temas. Procure o seu e confira.

sábado, 17 de abril de 2010

Mapa

Mapa com 107 salas

Mais um mapa para suas aventuras. Desta vez trata-se de uma estrutura de quatro andares e 107 salas, incluindo uma pequena porção de uma dungeon. Aproveitem. Façam o download AQUI!

Mangá - Panini lança Highschool of The Dead

Panini lança novo manga


Um novo manga chega às bancas pelas mãos da Panini. A novidade é “Highschool of The Dead – Os Mortos Invadem o Colégio”, de autoria de Daisuke Sato e desenhada por Shouji Sato.


O resume é muito interessante: "Takashi Komuro estava na escola e era um simples estudante do colegial quando o fim do mundo começou. Havia dormido muito mal na noite anterior e pretendia cabular as aulas passando o dia no terraço, frustrado por ter levado um fora da sexy Rei Miyamoto, por quem é apaixonado desde pequeno. Foi então que viu uma confusão nos portões da escola: alguns professores estavam discutindo com um estranho que se debatia contra as grades e ignorava qualquer injúria. Inesperadamente, o estranho mordeu um dos professores com força suficiente para arrancar-lhe um pedaço da carne. E isso condenou toda a escola a mergulhar no mais completo caos: basta uma mordida para morrer e, em seguida, reviver como um deles... São mortos-vivos? Cadáveres reanimados? Zumbis? Ninguém sabe dizer o que eles são" (retirado da Universo HQ).


Ele será lançado de forma bimestral (cinco volumes) com um preço de R$ 9,90 e 176 páginas. A distribuição será setorizada, ou seja Rio e São Paulo. Para o pessoal de Porto Alegre a Jambo deve ter seus exemplares para venda.

Arquivo de Fichas - Mutantes e Malfeitores

GRANIZO – Shara Rainmaker
Gen13


Nível de Poder: 7

FOR 12 (+1) DES 16 (+3) CON 12 (+1) INT 12 (+1) SAB 14 (+2) CAR 14 (+2)

Resistência +1; Fortitude +3; Reflexo +4; Vontade +3.

Ataque +6, +8 [raio], Dano +1 [desarmado], +7 [relâmpago]; Defesa +7, Esquiva +3, Iniciativa +3.

PERÍCIAS: Acrobacia +5, Cavalgar +6, Conhecimento [História indígena] +5, Escalar +4, Furtividade +6, Idiomas 2 [Apache natural, inglês), Intuir intenção +5, Lidar com animais +5, Notar +5, Sobrevivência +6.

FEITOS: Ação em movimento, Agarrar preciso, Atraente, Avaliação, De pé, Empatia com animais, Especialização em Ataque [raio], Segunda chance, Trabalho em equipe 2.

PODERES: Repertório [Gen-ativo] 7 [Extra: Amplo; Feito: Inato] {Base: Controle Climático 8 [Dinâmico] - PA: Obscurecer 4 [Dinâmico – nevoeiro – Falha: Parcial]; PA: Controle de Frio 6 [Dinâmico – Extra: Área/Moldável]; PA: Vôo 4 [Dinâmico – Falha: Levitação]; PA: Controle de Elemento [Ar] 7 [Dinâmico]; PA: Raio 7 [Dinâmico – descritor: elétrico; Extra: Ataque seletivo]}.

Pontos: 88
20 (habilidades) + 4 (salvamento) + 26 (combate) + 7 (perícias) + 10 (feitos) + 21 (poderes)

Não deixe de ver o índice atualizado no início do tópico

Cinema: notícias sobre heróis

Heróis, heróis e mais heróis
... nos cinemas!

Neste período de preparação para tantos filmes sobre heróis para os próximos anos somos inundados todos os dias por notícias e especulações, algumas que se confirmam outras que não.

Homem-Aranha 4: mais um nome para possivelmente ser o protagonista principal da franquia. Desta vez o nome que surge é o de Josh Hutcherson (“Viagem ao Centro da Terra”, “ABC do Amor”, “Ponte para Terabitia” e o remake de “Amanhecer Violento”). Segundo alguns sites ele se encaixaria no perfil que a Sony procura – jovem, desconhecido e barato. Já com o diretor escolhido, Marc Webb (“500 dias com ela”), e com o roteiro em andamento nas mãos de James Vanderbilt (“Zodíaco”) a lista de concorrentes ao papel de Peter Parker está cada vez maior: Anton Yelchin (“Star Trek”), Jesse Eisenberg (“Zumbilândia“), Patrick Fugit (“Cirque Du Freak – O Assistente do Vampiro”) e Johnny Simmons (“Garota Infernal“).

Vingadores: pelo visto a direção de Vingadores estará nas mãos de alguém sem muita experiência. Será Josh Whedon. Embora ele não tenha muita experiência como diretor, ele tem aquilo que muitos fãs acham essenciais nas adaptações de heróis para as telonas. Ele foi roteirista de Doolhouse, Serenity, Buffy, Firefly e principalmente de Surpreendentes X-Men (em inglês “Astonishing X-Men”). A Paramount Pictures promete o lançamento para 4 de maio de 2012 como ponto culminante de uma série de filmes sobre heróis da Marvel e um grande elenco: Robert Downey Jr (“Homem de Ferro”), Chris Evans (“Capitão América”), Chris Hemsworth (“Thor”), Samuel L. Jackson como Nick Fury, entre muitos outros.

Capitão América: por falar no herói símbolo da América temos mais algumas informações. Depois da escolha de Chris Evans para o papel de Capitão América e Sebastian Stan para o papel de Bucky Barnes, houve o anúncio de mais um integrante. Foi Hayley Atwell (“A Duquesa”) para o papel de Peggy Carter. A personagem fazia parte da resistência francesa e teve um certo relacionamento romântico com o herói.

sexta-feira, 16 de abril de 2010

Seriado: Alvo Humano sai dos quadrinhos

Alvo Humano – outra adaptação dos quadrinhos


Em 1972 a DC Comics lançou uma série de histórias criadas por Len Wein e Carmine Infantino que fez grande sucesso. Nela Christopher Chance usava suas perícias para tomar o lugar de pessoas que corriam risco. Ele era contratado e através de mirabolantes disfarces servia de um verdadeiro alvo humano.

Neste seriado que acaba de estrear na televisão americana a semelhança com o quadrinho fica apenas no título e no nome do protagonista. Nesta versão Chance, ao invés de se disfarçar ele se aproxima da vítima a ser protegida para capturar os criminosos.

O ator que ficou com o papel de Chance foi Mark Valley (seriado “Justiça sem Limites”). Outro nome confirmado no elenco é Jackie Earle Haley (“Watchmen” no papel de Rorschach) que interpreta um dos ajudantes de Chance, especialista em acessos virtuais.


Para quem deseja conhecer um pouco mais da série em quadrinhos a última aparição aqui por terras brazucas foi na graphic novel que tinha o nome da série “Alvo Humano”, lançado pela editora Opera Graphica, em 2006. Com algum esforço você pode encontrar em sebos.